Domingo, 19 de Novembro de 2006
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Vestindo fofuras

Chegada do calor faz mercado se agitar e olhar para um segmento exigente: o de roupas para bebês


Lilian Alves/TodoDia Imagem



melhor idade


Tiras de vida

Fotos: Divulgação
Cedraz e suas tirinhas: vida além da aposentadoria
Mostrar que existe vida - e vida com qualidade - pós-aposentadoria, transmitindo sempre mensagens positivas. Essa é a missão dos dois aposentados bem moderninhos que vivem as mais diferentes situações na Vida de Aposentado, uma série de tirinhas publicada no Jornal da Ecos, da Bahia, e que agora ganha espaço na Internet. Nas histórias em quadrinhos de Antonio Cedraz, os personagens curtem sempre com sabedoria, consciência e muito bom humor os fatos do dia-a-dia e provam que é possível ter uma velhice sã e bastante proveitosa.

Entre os assuntos abordados nas histórias, está o preconceito que ainda hoje ronda a pessoa idosa. Trabalho, passeios, qualidade de vida e relacionamentos amorosos também freqüentam as tirinhas da Vida de Aposentado. A inspiração? Vem dos noticiários, da convivência com gente dessa faixa etária e, principalmente, da observação de diferentes tipos de comportamento no cotidiano.

A história das tirinhas começou há dois anos, quando Cedraz foi convidado para publicá-las no jornal que ainda hoje veicula o trabalho. “Quero mostrar que não é porque se aposentou que acabou a vida. Tem que buscar a melhoria de vida”, disse Cedraz, que tem 61 anos e se aposentou por problemas de saúde. “Eu me preocupo em viver uma vida saudável”.

O casal das tirinhas reflete um pouco do perfil de Cedraz. Ele contou que, depois de se aposentar, resolveu abrir uma empresa “para não ficar parado”. Hoje em dia, o Estúdio Cedraz desenvolve revistas e livros de temas variados, sempre usando as histórias em quadrinhos. “Faço de tudo um pouco”, informou ele, que participa das várias etapas de elaboração das tirinhas. “Faço com bastante amor e carinho. Gosto de passar mensagens positivas. Faço por paixão”, destacou.










tome nota
Estúdio Antonio Cedraz - Vida de Aposentado

Sites: www.estudiocedraz.com.br, www.xaxado.com.br e http://fotolog.terra.com.br/vidadeaposentado


casa & decoração


Espaço valorizado

Fotos: Lilian Alves/TodoDia Imagem
Um dos projetos de garagem do arquiteto Roberto Rampazzo: estilo e beleza
Ela já foi um espaço renegado da casa, voltado apenas ao depósito - desorganizado, diga-se de passagem - de objetos sem utilidade. Também viu surgir gente que hoje faz sucesso no mundo da música. CPM22, Dead Fish e Fresno figuram entre as bandas que começaram sua carreira nesse espaço muitas vezes esquecido. Hoje, a coisa mudou de figura. A garagem ganhou status de ambiente e pode até receber festas em grande estilo. O arquiteto Roberto Rampazzo Gambarato, responsável pela garagem de uma das casas da 8ª edição da Decor Interior de Americana, dá dicas de como tornar a garagem de sua residência um espaço bem legal.






fique de olho
Se o terreno é pequeno, uma sugestão é usar o recuo como

garagem. Por se tratar de um espaço onde não é permitido ter

construção sólida, vale optar por cobertura leve

O principal da garagem é a cobertura, para proteger os

veículos das intempéries. O espaço não precisa ser totalmente

fechado

A idéia, hoje em dia, é integrar ambientes externos e internos,

e ter a possibilidade de usar a garagem até como uma sala,

ideal para festas

Deixe de lado a antiga idéia de fazer da garagem um espaço

para depósito de sobras. Não é que não se pode guardar nada

por ali, mas faça isso de maneira organizada, utilizando

armários, por exemplo. Assim, o ambiente também fica mais

bonito


tome nota
Roberto Rampazzo

Gambarato (arquiteto)

Telefone: (19) 3406-2376

E-mail: robertogambara-

to@vivax.com.br


moda&beleza


Elegância fofa

Fotos: Divulgação e Lilian Alves/TodoDia Imagem
Bebês são fofos, muito fofos, e ficam ainda mais lindos naqueles macacões, jardineiras e vestidões encantadores. Coloridas, cheias de detalhes e cada vez mais modernas, as roupas infantis surpreendem a cada coleção e enchem os olhos de papais, mamães e de muita gente que nem cogita ter filhos tão logo. Dê uma olhada no que o TodaGente escolheu para seu pequenininho - ou pequenininha - fazer bonito neste verão!



vestido jeans, da by Tilly




Verão infantil   


vestido branco, da by Tilly
A estação mais quente do ano já está dando as caras e promete ser bem colorida para os baixinhos. Mas nada de tons pastéis. Cores vibrantes como o verde, o pink, o laranja e o amarelo estão com tudo e vão deixar os bebês bem moderninhos. De acordo com o proprietário da Marshmallow, Márcio Camargo, as cores de destaque nas peças femininas são branco (sempre!), rosa, laranja e verde. Já nas roupas para garotos, marcarão presença azul, amarelo, laranja e verde. Ainda de olho nos dias mais quentes do ano, as coleções chegam às lojas cheinhas de roupas em tecidos leves, como algodão, malha e viscolycra.



conjunto de calça e bata, da Um Mais Um Baby e Kids




macacão com Chapéu Baby Fashion




maiô listrado e chapéu, ambos da by Tilly



bebês na moda
Basta dar uma olhada nas vitrines e prateleiras para perceber

que peças para meninas aparecem numa quantidade bem

maior que as dedicadas aos garotos. Para elas, o mercado

oferece modelos como vestidos, jardineiras, macacões e

conjuntos (saia/calça/bermuda + blusinha/camiseta/bata), isso

sem falar nas calcinhas enfeitadas que acompanham os

vestidos. Para eles, jardineiras, macacões e conjuntos de

calça/bermuda e camiseta

O jeans, que tem espaço garantido entre os marmanjos,

também marca presença nas peças para bebês - só que ele

vem bem leve

Mamães e papais encontram roupas lisas, mas também é

grande o volume de peças estampadas. Entre as padronagens,

destaque para flores, borboletas, bolas, listras e xadrez

Como acontece com roupas para adultos, os detalhes estão

com tudo na moda para bebês. Bordados, apliques de

tecidos, laços e babados dão um charme a mais às peças

feitas para os pequenos

Para os baixinhos curtirem a praia ou a piscina em grande

estilo, maiôs, biquinis e sungas bem modernos e em cores

vibrantes

Para incrementar o visual, faixas para cabelo, presilhas, tiaras e

tic-tac, para elas. Para os dois, bonés e chapéus


TOME NOTA
Marshmallow

Endereço: Rua Dr. Cândido Cruz, 381, Vila Reder - Americana

Telefone: (19) 3462-8825


comportamento


Descanse em paz, VHS

Fotos: Pedro Amatuzzi e Allisson Roberto/TodoDia Imagem
No final da década de 90, um disquinho metálico apareceu para roubar a cena e tomar o espaço antes ocupado por grandes e desajeitadas fitas pretas. Era o DVD substituindo as fitas VHS. Era a mudança da tecnologia analógica para a digital e a chegada de produtos com qualidade superior aos lares do País. A mania logo se espalhou entre os brasileiros, mas ainda hoje existem os que alugam, compram e colecionam fitas VHS.

O seresteiro Hércules Borelli é um dos que não abrem mão dessas fitas. Em sua casa estão guardadas cerca de 150 VHS, onde estão gravados filmes dos anos 30, 40 e 50, a grande maioria deles em preto e branco. “De vez em quando eu sinto saudade, coloco as fitas no vídeo e volto aos tempos de criança”, contou. A coleção começou há mais de 20 anos, quando descobriu um vendedor de fitas em Bom Jesus do Itabapuana (RJ). Conseguiu o telefone e ligava para fazer suas encomendas.

Na casa de Borelli não tem DVD player e ele disse que prefere o videocassete porque tem mais familiaridade com o aparelho. Mas tem outros motivos. “Acho que tem mais lembrança. Sou muito saudosista, muito romântico”. No entanto, o seresteiro não descarta a hipótese de digitalizar seu acervo, mas sem abandonar as antigas fitas pretas. “Quero ter os dois para segurança e lembrança”, justificou ele, que aluga e empresta itens de sua coleção.

Mesmo sem ser nostálgico ou reacionário, o jornalista e escritor Luiz Biajoni também mantém um aparelho de videocassete em sua residência - só que ali, a tecnologia analógica divide espaço com a digital. Ele aluga e assiste sim filmes em DVD, mas guarda um acervo de aproximadamente 200 fitas - nelas, filmes que gosta de rever, shows e documentários. “Já fiz grandes achados, paguei barato em filmes que eu gostava e queria ver”, comentou.

TECLA REC

A possibilidade de gravar tudo o que passa na TV é um dos motivos para manter em casa aparelhos de videocassete. Tudo bem que já existem no mercado gravadores de DVD, mas a fita VHS suporta muito mais gravações que um disquinho. “A fita de vídeo suporta 40, 50 gravações. Se for bem conservada, dá para fazer até 80 gravações com uma qualidade razoável”, informou Biajoni. O DVD, quando regravável, suporta uma quantidade bem menor de gravações.

Essa idéia de gravar as atrações que passam na telinha é uma ótima pedida, ainda mais para quem tem TV a cabo. Se o programa vai passar na madrugada ou no horário em que você está se acabando de trabalhar no escritório, não tem problema. É só programar. Mas atenção. Se a idéia é fazer várias gravações numa mesma fita, é preciso mantê-la em local seco, fresco e protegido do calor e do sol.

Também tem o fato de que muita coisa hoje encontrada em VHS não está disponível em DVD - ou é importado e vem sem legenda em português. Outro fator que influencia na hora de não abandonar videocassetes e fitas VHS são as gravações caseiras. Mesmo com a possibilidade de digitalizar essas produções (geralmente aniversários, festas de família, Natal, Ano Novo, viagens...), não é todo mundo que tem acesso a essa tecnologia ou que quer trocar suas velhas fitas pretas por um disquinho metálico.



Locadoras


O seresteiro e fã de faroestes Hércules Borelli: saudosista
Se tem quem ainda compra e assiste filmes, shows e afins em fitas VHS, há necessários lugares onde esse pessoal encontra o que procura. A Set Home Video, em Americana, é uma das videolocadoras onde ainda é possível encontrar títulos em VHS - são cerca de 2 mil fitas, contra aproximadamente 1,5 mil DVDs. Mas esse quantidade de fitas deve sofrer baixas, já que o acervo está sendo vendido aos clientes.

De acordo com o proprietário do estabelecimento, Walter Luís Zanellato, a maior parte da procura por locação de fitas está relacionada a títulos infantis. Para os que ainda resistem aos discos por não encontrar neles os grandes clássicos, uma boa notícia. “Há clássicos sendo relançados em DVD, com extras e melhor qualidade de som. É um motivo para se ter (um aparelho de DVD)”, comentou Zanellato.

Se na Set Home Video restam exemplares de fitas VHS, na 100% Vídeo de Americana o acervo é todinho de DVD. O atendente Bruno Campelli informou que a distribuição de fitas VHS foi interrompida pelas distribuidoras entre setembro e outubro de 2005. O acervo de fitas na videolocadora foi mantido até o início deste ano e depois disso passou a ser vendido aos clientes com preços a partir de R$ 2. Segundo ele, a procura por fitas é muito pequena e esporádica.



O escritor e jornalista Luiz Biajoni guarda com carinho seus filmes e documentários prediletos



da fitona pro disquinho
Os videocassetes estouraram no mercado brasileiro na década de 80

Os primeiros aparelhos eram importados e precisavam ser adaptados

para funcionar no padrão de TV em cores do Brasil

O primeiro videocassete fabricado em terras brasileiras foi lançado em

1982, pela Sharp. Cerca de um ano após o lançamento, foi a vez da

Philco produzir um aparelho no Brasil

O DVD surgiu depois do CD-Rom e foi lançado comercialmente em

1997

Dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos

Eletroeletrônicos) apontam que, em 2002, foram vendidos 1 milhão de

DVD players. Esse número subiu para 3,7 milhões em 2004 e para 7,5

milhões no ano passado. A associação não tem dados sobre vendas

de videocassetes


animais


Zen bichismo

Lilian Alves/TodoDia Imagem
Pensa que só você precisa de um banho relaxante? Ledo engano. Bicho também se estressa e precisa dar um tempo de vez em quando. De olho nas necessidades dessa bicharada cada vez mais exigente, o Pet Clean - Centro de Estética Animal desenvolveu um serviço de banho e tosa bem diferente, voltado não apenas para a higiene mas também para o bem-estar do seu pet. No Espaço Zen, cães e gatos recebem tratamento vip e voltam para casa mais calminhos.

O serviço começa com banho tradicional. Depois disso, os clientes de quatro patas vão para um banho de imersão no ofurô, onde ficam de dez a 20 minutos. Além da água morna, o banho leva ainda cristais energizantes ou relaxantes, depende do caso, e pétalas de rosa. Isso sem falar na massagem. “Tem que colocar o animal devagar, para ele não estranhar. Tem que ser no tempo deles”, disse uma das proprietárias do Pet Clean, Elaine Meneghelli.

Para completar o ambiente e deixar o clima propício ao relaxamento são usados incensos, velas e luminária - a idéia é colocar também músicas. Depois do ofurô, o próximo passo é secar o animal - nessa etapa, é usado apenas o secador, em vez do assoprador, para não estressar o bicho de novo. “A sala é aconchegante, protetora e confortável, para lembrar o colo da mãe”.


banho é bom
Os benefícios do banho de ofurô vão além do

relaxamento e do fato de levar para casa um

bichinho bem cheiroso. Veja porque esse banho é

bom.

Tendo recomendação do veterinário, pode

auxiliar em quadros de dor muscular, contusões

e problemas ósseos

Melhora a circulação do sangue

Aumenta a temperatura basal do corpo

Acelera o metabolismo e elimina do corpo

toxinas que podem causar dores e envelhecimento


tome nota
Pet Clean - Centro de Estética Animal

Endereço: Avenida Cillos, 3.091, Parque Novo Mundo - Americana

Telefone: (19) 3462-6167

E-mail: petclean@gmail.com


lazer & turismo


Atração natural

Fotos: Divulgação
Retratos naturais de Nazaré: beleza a perder de vista
Localizada na cidade de Nazaré Paulista, a 70 km de Campinas, a represa do Atibainha é uma excelente opção de lazer tanto para os pescadores quanto para os aventureiros. As águas límpidas da represa, com quase 25 quilômetros quadrados, e a abundância de tucunarés fazem do local um ponto de encontro dos pescadores profissionais e amadores.

A represa do Atibainha faz parte do sistema Cantareira, formado pelas bacias dos rios Jaguari, Cachoeira e Atibainha. Além do atrativo natural que o sistema oferece, com águas calmas para a prática de esportes náuticos e banhos, é possível colocar as pernas à prova pedalando em torno da represa. São 48 Km, vencidos geralmente em sete horas. Para esta aventura, recomenda-se o uso de roupas leves, biquíni ou sunga sob a roupa, tênis, capacete, óculos de sol e protetor solar. Na mochila (pequena, para não pesar) leve um lanche, algumas frutas e muita água. Apesar do cansaço, o passeio promete: entre subidas e decidas, você vai pedalar ora margeando a represa, ora entre árvores. No meio do percurso, é possível refrescar-se com um mergulho nas águas da represa.

Para quem não curte as bikes nem a pescaria, a represa do Atibainha é ideal para passeios a pé, em meio à natureza. Nazaré Paulista se beneficia da topografia completamente acidentada, onde brotam montanhas e quedas d’água. Um dos bairros onde estão a maioria delas é o Quatro Cantos, distante três quilômetros do centro da cidade.

Depois da represa do Atibainha, as atrações turísticas de Nazaré são os prédios. A Igreja Matriz Nossa Senhora de Nazaré foi construída em 1676 e a arquitetura revela uma mistura entre os estilos arcaico e barroco. Preste atenção nos trabalhos de entalhamento em madeira e nas imagens antigas, originárias de Portugal.

A prefeitura da cidade está localizada num prédio construído em 1870, um dos primeiros do município. A construção abrigou a Cadeia Pública do Governo da Província de São Paulo. Aproveite o passeio para conhecer a Praça Álvaro Guião, palco das apresentações culturais e de exposição do artesanato local.

Outras construções importantes da cidade são a Cada de Francisco Derosa e a Casa dos Escravos. Construída no início do século XX, a Casa de Francisco Derosa pertenceu ao prefeito da época e fundador da escola mais antiga do município, localizada no bairro do Marmeleiro. Já a Casa dos Escravos, no bairro do Cuiabá, data do século XVII. O prédio mantém a estrutura e parte do mobiliário original.

Agora se o desejo é conhecer a fabricação de cachaça, vá ao Alambique Nenê Pinheiro, produtor da Caninha Trepadeira. A casa sede também é preservada e todo o processo, desde a colheita da cana-de-açúcar até o envasamento, pode ser acompanhado pelos visitantes.










tome nota
Pousada e Marina Nazaré

Endereço: Rodovia Dom Pedro I, Km 52

Telefone: (11) 4597-4006

Pousada Vale das Águas

Endereço: Rodovia D. Pedro I, Km 50

Telefone: (11) 4597-1381


vitrine

Com o verão chegando, o jeito é cuidar da pele e protegê-la dos efeitos nocivos do sol. Uma boa maneira de fazer isso é apostar nos produtos da linha Summer Dream, da NH Cosméticos. A linha oferece aos consumidores bronzeador, protetor solar e bloqueador. Mais informações pelo telefone (11) 3936-1478 ou no site www.nhcosmeticos.com.br.







A Unilever está lançando o Omo Multiação Férias de Verão, versão do produto que chega ao mercado com perfume cítrico. Ao lado do novo Comfort Verão, que tem perfume desenvolvido a partir da tecnologia “Sun Scent” e deixa nas roupas a sensação de “secas ao sol”, Omo Multiação Férias de Verão forma a primeira linha de produtos de higiene e limpeza da empresa voltada para esta estação do ano.



A Natura está lançando Kaiak Ecomotion, uma fragrância masculina que combina notas cítricas de limão, laranja e bergamota com notas herbais de manjericão e folhas. Como é leve e refrescante, a novidade pode ser usada tanto durante o dia quanto à noite. Mais informações pelo telefone 0800-704-115-566.



Pensando em atender as necessidades de seus consumidores, a Sulfabril incorporou à sua Linha Noite o tratamento antiodor Ultra-Fresh Silpure, desenvolvido com base na nanotecnologia da prata. Desenvolvido pela canadense TRA (Thomson Research Associates), o tratamento controla a proliferação de bactérias e fungos que provocam o odor no vestuário e garante frescor e higiene.



Para dar uma mãozinha àquelas que não estão com o corpo em dia para o verão, a Trifil desenvolveu o Body Impuls Tomara-que-caia. A peça modela o quadril, levanta o bumbum e diminui a cintura. O produto é confeccionado em microfibra com elastano e é uma boa para ser usado com roupas justas, porque tem bainha suave que modela sem marcar. O lançamento está disponível na cor pele e nos tamanhos P, M, G e EG. O preço médio é R$ 30.


perfil


Gata escaldada

Aos 16 anos, Juliana Negrão já é campeã brasileira de esqui aquático


Pedro Amatuzzi/TodoDia Imagem
Juliana: “Ninguém vence sozinho”
Juliana Romano Negrão foi a vencedora do Campeonato Brasileiro de Ski Aquático 2006 - Copa Master Boat, disputado em Sertãozinho. Estudante do 2º ano do Ensino Médio, com 16 anos, Juliana conquistou o primeiro lugar na Classe Feminino Slalom, modalidade praticada com os dois pés do esquiador atados a um só esqui. No Slalom, o desafio consiste em contornar em zigue-zague seis bóias dispostas de forma alternada. O vencedor é aquele que mais vezes passar nesta pista de seis bóias, com grau de dificuldade sendo aumentado gradativamente. O esportista encerra sua performance quando cai ou perde o contorno de alguma das bóias. Moradora de Campinas, Juliana treina, aos finais de semana, na Represa do Salto Grande, em Americana.

TodaGente - Por que você escolheu praticar este esporte? De onde surgiu seu interesse?

Juliana Negrão - Para começar, meu interesse pelo esqui veio desde pequena, quando eu tinha apenas 4 anos de idade. Desde que nasci, vou todos os finais de semana para a chácara da minha família em Americana. Meu pai começou a praticar o esporte quando tinha apenas 7 anos. Por isso, desde pequena meu pai me introduziu ao esporte e viciei e nunca mais parei. Via meus pais e meus irmãos esquiando, então sem pensar já estava aprendendo a esquiar. Aos 11 anos, comecei a competir.

Antes desta escolha, você praticava outros esportes?

Eu sempre pratiquei ginástica olímpica, natação, ballet e ginástica rítmica. Após meus treinos de esqui se intensificarem, aos 13 anos comecei a fazer musculação e outros esportes para ter preparo físico.

Qual é sua rotina de treinamento?

Como não tenho um lago próprio na frente de casa, só treino aos finais de semana: sexta, sábado e domingo e nas vésperas de campeonato treino de quinta-feira também. Às vezes, treino terça-feira. Mas é muito difícil que eu treine mais que 3 vezes por semana. Tenho que cuidar do meu futuro, a escola. No Brasil, não dá para viver sendo um atleta, tenho que ter minha profissão e minha escola é muito puxada.

É necessária muita preparação especial além do treinamento com esqui?

Sim, claro. Faço treinamento específico na musculação com a minha personal trainer Juliana e também faço fisioterapia com RPG (Reeducação Postural Global) para ajudar no alongamento e diminuição da tensão muscular. E é claro, preparação psicológica, um fator que pesa muito em competições. Nas semanas antecedentes à competição, vou me preparando psicologicamente, me organizando na escola, não deixando nada para última hora e mentalizando o que terei de fazer.

Qual é o grande “barato” em praticar esqui aquático?

Eu me divirto o tempo inteiro praticando o esqui. Estou sempre rodeada de amigos e familiares que gosto muito. Meus amigos do esqui são uma família para mim. Fora meus amigos brasileiros, tenho amigos em toda parte do mundo: Peru, México, Chile, Argentina, Nova Zelândia, Canadá, Estados Unidos, Guatemala, República Dominicana e muitos outros. E uma coisa muito gostosa são as competições internacionais e nacionais, porque você viaja, compete e se diverte com os amigos que há muito tempo não via. Viajar para as competições internacionais é muito bom. Os atletas da equipe brasileira de esqui são meus amigos desde pequena e é muito boa a convivência com todos eles.

Além de campeã do brasileira, quais são seus outros títulos?

Peguei prata no Pan Americano de esqui aquático no México na modalidade de Slalom. E dia 16 de novembro embarco para Argentina para os jogos Sul Americanos, que antecedem os jogos Pan Americanos de 2007. Lá, a categoria não é separada por idade, só em masculino e feminino.

O que espera da competição do Pan 2007, já que serão novas adversárias?

Tenho muito treino pesado pela frente. Vou ter que me dedicar muito se quiser me classificar para a final da competição. Mas tenho a esperança de conseguir ótimos resultados, afinal todas que competirão comigo são apenas seres humanos como eu. E sem medo e com muita fé a gente enfrenta qualquer barreira, fora o apoio da família e amigos, indispensáveis. Ninguém vence sozinho.


saúde


‘Olheiro’ profissional

Fotos: Divulgação
Meyer e suas criações: sob medida
Você, caro leitor, já deve ter ouvido falar de prótese ocular - também conhecida como “olho de vidro”. Confeccionada sob medida para pessoas que tiveram atrofia ou perderam o globo ocular por causa de trauma ou doença, a prótese é um olho artificial que traz benefícios ao usuário. Além de restaurar a estética facial, ainda melhora a auto-imagem e auto-estima, deixando para traz o sentimento de vergonha e rejeição. Mas, como elas são feitas? Um dos métodos é o da modelagem.

O oftalmologista Rodrigo Diógenes Teixeira Meyer, da Ótica Lebre, explicou que a confecção das próteses é um processo bastante detalhista. Primeiro é feito um molde da cavidade ocular; depois disso, é criada uma peça de escultura onde se regula abertura palpebral, centraliza-se o olho, analisa-se a curvatura da pálpebra e esculpe-se o formato exato da prótese. O próximo passo é a pintura da íris, usando a comparação com a cor do olho bom.

Terminada essa etapa de preparação, o profissional faz a peça definitiva com resina oftálmica, para não causar incômodo nem rejeição. A peça é polida com produtos sofisticados, para ter o mesmo brilho de um olho de verdade. Com a prótese concluída, é feita a adaptação no paciente. Meyer informou que o paciente não sente desconforto, porque a prótese foi feita nos moldes da cavidade ocular. Numa prótese bem adaptada, tanto a aparência quanto a movimentação ficam iguais às do olho natural.

A Ótica Lebre, que fica em Rio Claro, oferece estrutura diferenciada para atender pacientes que precisam de próteses oculares. Além do atendimento exclusivo com profissional especializado, a clínica conta com sala de atendimento e de espera para acompanhantes, e acomodações para pacientes de outras cidades, com acompanhante.






tome nota
Ótica Lebre -

Departamento de

Prótese Ocular

Endereço: Rua Quatro,

154, Copacabana - Rio

Claro

Telefone: (19) 3525-

5376


Cuidando da Saúde


Entendendo a Aids

ELISABETE FERNANDES ALMEIDA

O HIV é um vírus RNA que não possui capacidade replicativa senão “usar” a célula humana como hospedeira, atingindo, principalmente, algumas células do sistema imune como os linfócitos e macrófagos que possuem receptor CD4. Ele também atinge várias outras células, como os enterócitos nos intestinos, células do Sistema Nervoso Central, etc.

“Muitas vezes, temos a impressão errada de que alguns portadores do HIV adoecem rapidamente e outros não. O que devemos observar não é exatamente a data em que a pessoa descobriu que era portadora, mas sim a provável data da contaminação. Muitas vezes, as pessoas não realizam exames e, portanto, não sabem que são portadoras do vírus. Conseqüentemente não se tratam e acabam procurando auxílio apenas quando já estão doentes, em fase bem avançada, o que dificulta o controle da doença e acaba evoluindo para a morte”, afirma Roberta Nogueira.

A grande maioria dos portadores do HIV vem a evoluir para a Aids cerca de 8 a 12 anos após a infecção, se não se tratarem. Porém, há um pequeno número de portadores, cerca de 2% a 3%, chamados de “longos progressores”, que evoluem vários anos sem a necessidade de tratamento e com preservação do sistema imune. Assim como há também, em proporções de mais ou menos 2%, os “rápidos progressores”, ou seja, pessoas que evoluem com uma rápida deterioração imunológica para a Aids, em 3 a 5 anos. Vários fatores imunológicos, ambientais, genéticos e do próprio vírus esclarecem, em partes, as diferenças entre estes três tipos de evolução, porém ainda há a necessidade da realização de melhores estudos para maior compreensão desse processo.

IMUNIDADE

As doenças surgem quando nossas defesas caem, ou seja, nosso sistema imunitário se enfraquece. Há várias razões para que isto aconteça: estresse, tristeza, depressão, má alimentação, sedentarismo, dentre tantos outros. O importante é ter consciência que a maioria das causas de baixa defesa pode ser controlada e está nas nossas mãos. O que podemos fazer para estar saudável? O que podemos fazer para controlar problemas que estão, muitas vezes, fora de nosso controle. Mas será que estão mesmo?

Vamos pensar em um bom exemplo: Se eu estou me sentindo cansada, sem ânimo, já acordo sem vontade de sair da cama, deprimida....será que eu estou fazendo tudo que posso para evitar ou melhorar esta situação? O que devemos ter em mente, como uma das nossas melhores armas contra as doenças virais que ainda não tem cura, é o fortalecimento do nosso sistema de defesa. Já estamos cansados de saber que a associação alimentação saudável (sim, estou me referindo a grãos, frutas, verduras e o saudável feijão com arroz!) e exercícios físicos regulares (sim, 5 vezes por semana, meia hora por dia!) promovem saúde e bem-estar, o que significa também proteção contra o estresse, cansaço, depressão e até mesmo a tristeza! Só depende da nossa vontade e persistência, termos um estilo de vida saudável e com isto, evitarmos doenças e problemas futuros.



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