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Redondinha, colorida, atraente, companheira ideal de mil brincadeiras. Muito mais do que uma simples diversão, a bola estimula o desenvolvimento de diversas áreas motoras. Por exemplo, ajuda a criança a adquirir um maior controle da cabeça, do tronco, das pernas e dos braços.
E, o que é importante: desenvolve uma melhor coordenação dos dois lados do corpo a simetria. Pegar a bola exige um movimento amplo e bi-manual. Repare, dificilmente seu filho corre para apanhá-la usando somente uma das mãos. Nesse mesmo gesto, está trabalhando a elasticidade da musculatura dos braços, abdômen, região lombar, pernas e pelve.
No vaivém da bola, coordena movimento com visão. Aprende, ainda, noções de velocidade, direção, distância e força. Nem é preciso dizer quanto este tipo de brincadeira traz momentos de prazer, integração com o grupo e superação de antigas dificuldades.
Idade por idade
Até os 3 meses o divertimento consiste na simples observação. O bebê acompanha com os olhos a movimentação da bola.
3 a 6 meses colocada a uma distância pequena, seu filho já tenta alcançá-la com as duas mãos.
6 a 7 meses agora, a criança não só tenta, como consegue segurar a bola com as mãos.
7 a 8 meses mais um passo: pode segurá-la e empurrar de volta, adorando brincar assim.
8 a 9 meses usa apenas uma das mãos para segurar. Nova façanha? Levanta a bola sobre a cabeça, arremessando-a em frente, na direção da outra pessoa.
10 meses de pé, é visível seu interesse em chutar.
12 meses segura uma bolinha de pingue-pongue, com o polegar e o indicador, em um movimento de preensão, conhecido como de pinça.
Acima de 1 ano já sabe chutar.
Depois de 3 anos quase um craque, corre atrás da bola, com segurança. Isso equivale a um gol, no país do futebol.
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