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Quem não quer ter um filho inteligente, esperto e criativo? Estimular seu bebê, desde o útero, é muito importante para alcançar este tipo de objetivo. Através de sons, cores, formas, movimentos e de muito, muito amor, você pode ajudá-lo a se desenvolver plenamente, conforme o desejado. Mas, não esqueça de que tudo deve ser feito de uma maneira bem natural, sem sobrecarregar a criança com informações e respeitando os limites de cada idade.
Não adianta, por exemplo, tentar que o bebê se mantenha sentado sozinho antes do sexto mês. Acontece que o sistema nervoso e o controle da força muscular ainda não estão suficientemente amadurecidos para isso. Tenha calma. Saiba desfrutar das pequenas conquistas já realizadas. E são tantas! Elogie e incentive, sempre. Assim, estará contribuindo para elevar a auto-estima de seu filho.
Modos e modos de aprender
Cada criança tem o seu próprio ritmo para adquirir conhecimentos e habilidades, cada vez mais complexos. E este ritmo é definido por sua personalidade e por fatores herdados dos pais e do meio ambiente. Umas aprendem logo a falar. Outras começam a falar com atraso, mas, em compensação, antes de completar um ano estão com as perninhas firmes, andando para lá e para cá.
Nos primeiros meses, porém, todas precisam de estímulos visuais (formas, cores); auditivos (sons agradáveis e fala); táteis (temperatura, pressão, textura) e cinestésicos (variação de movimentos). Se o neném ficar confinado em uma sala escura, sem receber estímulos visuais e auditivos, como poderá desenvolver a fala e a visão? Não há dúvida: aqueles que passam a maior parte do tempo no berço, sem contato com outras pessoas, correm mais riscos de apresentar problemas, como retardo no desenvolvimento motor e na aquisição da linguagem.
E os especialistas alertam: no início da vida, as brincadeiras, a atenção e as trocas com os pais são mais estimulantes para o cérebro infantil que atividades isoladas com figuras ou brinquedos. Portanto, não basta encher o quarto com bichinhos, carrinhos, móbiles e bonecas. Toque seu filho, brinque, cante, fale com ele. Não há estímulos que se comparem a estes.
| O estímulo certo para cada idade |
| Ainda no útero |
É fundamental que o bebê se sinta desejado, amado. Já está provado cientificamente que, mesmo antes de nascer, ele consegue responder a certos estímulos. Converse, ouça músicas suaves, fale da sua alegria em tê-lo junto e seu filho retribuirá o carinho reconhecendo a sua voz ao nascer. |
| 1º mês |
O melhor estímulo é a pele da mamãe, o cheiro dela, o peito. Faça do banho e da amamentação momentos especiais, aproveite para falar com seu filho.
Uma dica: experimente aproximar seu rosto do dele e depois movimente a cabeça para os lados. O bebê tentará acompanhar com os olhos.
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| 2 meses |
Nada mais gostoso e enriquecedor que os passeios curtos, pela manhã, ao ar livre. No colo ou no carrinho, dê atenção a seu filho, brinque, toque-o de vez em quando.
Uma dica: quando oferecer um brinquedo a ele, faça de uma forma que o bebê tenha que realizar um certo esforço para pegá-lo. Caso não consiga, vá aproximando aos poucos. |
| 3 meses |
Nessa fase, ele gosta de observar tudo o que acontece ao redor, acompanha a movimentação dos adultos e as conversas. Não deixe seu filho muito tempo no quarto e nem na mesma posição. Leve-o para os outros cômodos da casa (nunca a cozinha!).
Uma dica: escolha brinquedos de cores primárias vermelho, amarelo, azul. O bebê consegue distinguir melhor. Deixe para mais tarde as secundárias violeta, laranja e verde. |
| 4 - 5 meses |
Não deixe seu bebê muito tempo no carrinho ou no berço. Agora, é necessário ter espaço para explorar. Coloque um colchonete no chão, alguns brinquedos coloridos e faça companhia a ele.
Uma dica: com o desenvolvimento acelerado da coordenação olho - mão, aumente a vigilância e estabeleça as primeiras normas de segurança. Lembre-se que os objetos pequenos vão para a boca. |
| 6 - 7 meses |
Nosso herói quer sentar sozinho. No chão, se arrasta para frente e para trás, tentando engatinhar, o que acontecerá daqui a pouco. Deixe brinquedos na cama para que ele se divirta um pouco antes de acordar.
Uma dica: ofereça a ele objetos que produzam sons. Uma simples colher de pau batendo na panela: está feita a festa! |
| 8 - 9 meses |
É a fase de explorar os dedinhos, que aliás já chegaram a um requinte: a coordenação de polegar e indicador. Alguns brinquedos com buraquinhos (como o telefone) exercitam estes movimentos de preensão.
Uma dica: ponha pedacinhos de frutas no prato e coloque-o na frente do bebê. Ele vai pegando sozinho e levando à boca. |
| 9 -10 meses |
As mãos estão bem coordenadas, os pezinhos é que mal podem esperar a hora de andar. Coloque alguns objetos no chão, um pouco afastados do seu bebê, o que vai estimular seu deslocamento. Redobre a vigilância com as escadas, piscina, material de limpeza, fogão.
Uma dica: resista à tentação da pressa e evite o andador. |
| 11 - 12 meses |
Estimule-o com objetos de encaixe, de abrir e fechar (ele adora ver o que tem dentro), de puxar ou que façam ruídos (mas não excessivos ou desagradáveis). Agora, sim, seu filho já utiliza o brinquedo de forma correta.
Uma dica: ofereça lápis de cor e papel, mas não estranhe se ele rasgar ou amassar, em vez de simplesmente fazer desenhos. |
| Após 1 ano |
Leve seu filho para brincar com terra, água e massinha. Ele quer ser independente, mas também fica um bom tempo sentadinho tentando encaixar as peças de um brinquedo.
Uma dica: não force a criança a usar a mão direita, caso prefira a esquerda. Esse tipo de controle deve acontecer naturalmente. |
Atenção!
Essas etapas servem apenas como referência e podem variar de bebê para bebê
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