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É preciso uma dose extra de paciência para enfrentar esta etapa do crescimento, que dura cerca de três meses. De repente, do mesmo modo que apareceram, as cólicas vão embora. Quer mais um consolo? Não são contínuas, ou seja, seu filho vai alternar choradeiras e crises com outros momentos de sono tranqüilo e total calmaria.
Nem pense em culpar o leite materno. Mudanças bruscas na alimentação da mãe não surtem o efeito desejado. Só em poucos casos, a cólica regride com a redução no consumo de certos laticínios.
Se há intolerância ao leite de vaca, uma saída é substituí-lo pelo de soja. Quanto aos artificiais, pouco adianta um troca-troca de marcas. Nem de longe, este tipo de leite substitui a amamentação, feita sob medida para o neném.
Atenção!
A ingestão excessiva de ar, durante as mamadas, e a dificuldade de arrotar depois podem gerar espasmos. Oferecer alimento durante as crises não traz qualquer efeito positivo.
Gerando ansiedade
Muitos pediatras têm chamado a atenção para algumas possíveis causas psicossomáticas. Por exemplo, as delicadas antenas do bebê captariam o nervosismo da mamãe, ainda insegura em cuidar do primeiro filho. O resultado? Cólicas. O mesmo aconteceria havendo em casa um clima de forte tensão. Fica para se pensar.
A palavra do pediatra
É cólica. Em vez de diagnosticar por conta própria, ouça o médico. Cabe a ele investigar as causas do choro, que podem ser outras: dores de ouvido, sede, fome, doenças agudas, alergias alimentares, etc. E deixe que ele oriente sobre a conduta a seguir. Como vê, não dá para se arriscar em um mero palpite.
Na hora da crise
Tente colocar o bebê de bruços.
Massageie sua barriga com gestos circulares e lentos.
Bolsas térmicas, compressas mornas ou mesmo uma fralda levemente aquecida, sobre o local, costumam aliviar.
O chá de erva-doce contém uma substância que diminui a produção de gases pelo intestino. Pergunte à vovó.
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