Holofote

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 

Kiko Ferrite


O GURU GOROU

Já estão recomendando ao guru da auto-ajuda, Roberto Shinyashiki, que procure apoio profissional. Na eleição de 1998, ele foi chamado a animar o comitê do governador Miguel Arraes, de Pernambuco. Pediu aos assessores que andassem sobre brasa como prova de confiança na vitória. Arraes foi varrido nas urnas. Contratado para acompanhar a delegação brasileira em Sydney, Shinyashiki empregou seus métodos motivacionais e arriscou uma declaração: "Teremos uma chuva de medalhas". Deve estar com o ego no pé.

 

Sergio Dutti


AULAS COM O VIZINHO

É normal que um governo fique atarantado quando os indicadores mostram que um problema atingiu o limite do intolerável. É o que está acontecendo com as taxas de criminalidade em São Paulo. O índice de homicídios subiu tanto que o governo Mário Covas atira para todo lado. Recentemente, Covas despachou seu secretário de Segurança, Marco Vinício Petrelluzzi, para visitar o governador Anthony Garotinho, do Rio. Quer aprender com aquele Estado pacato como enfrentar os criminosos.

 

 
Raul Junior

400 000 REAIS PARA CADA UM

Dois banqueiros discutiam dia desses a situação dos bancos estaduais. Um deles dizia que todos deveriam ser vendidos, não importa quanto o governo gastasse para saneá-los. O outro sustentava que talvez fosse mais econômico fechá-los, apesar da pressão política. E citou como exemplo o Banerj, comprado pelo Itaú de Roberto Setúbal. O governo gastou 3 bilhões de reais para saneá-lo e recebeu 311 milhões no leilão. Garantiu, com isso, 6.200 empregos. Seria mais barato dar 400.000 reais para cada funcionário.

 

 
Henry Yu

A CUPLA É SUA, COIMBRA

Em tempos de eleição, os institutos de opinião ganham rios de dinheiro fazendo pesquisas políticas, mas seus donos precisam estar preparados para enfrentar a reação colérica dos candidatos quando os números não são favoráveis. Para o diretor do Vox Populi, Marcos Coimbra, a lógica do político é a seguinte: quando a pesquisa diz que o candidato é o preferido do eleitor, os louros são dele próprio. Mas quando a opinião pública o rejeita a culpa é atribuída ao instituto.

Colaboraram Betina Moura, João Luiz Guimarães,
Juliana Lopes e Ricardo Mendonça

 

 

 

 

 

 

Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco