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Mandões
se dão bem na cama
Os
homens de personalidade submissa são mais propensos a ter
problemas de impotência a partir dos 40 anos que os de caráter
dominador. A conclusão é de pesquisadores do New
England Research Institute que estudaram o desempenho sexual de
cerca de 800 homens, entre os quais 21% tiveram problemas com
ereção. A disfunção erétil
torna-se comum com o aumento da idade, mas, descontados fatores
como fumo, hipertensão e obesidade, os submissos manifestaram
probabilidade 60% maior de falhar na hora da cama.
Consulado
dá uma força no exterior
Problemas
durante sua viagem ao exterior? Recorra ao Consulado do Brasil.
As representações do país no estrangeiro
estão preparadas para dar assistência ao cidadão
em dificuldades. Acordos internacionais asseguram o direito de
contato com as autoridades de seu país, para obter assistência
e aconselhamento jurídicos. Em casos excepcionais, o governo
pode até custear os honorários advocatícios
e as passagens de avião para o retorno dos patrícios
desvalidos. Os consulados também não fazem distinção
entre pessoas em situação regular ou não
no país estrangeiro.
Internet
liberada
Navegar
pela internet no local de trabalho não significa fugir
às responsabilidades. Pesquisa realizada nos Estados Unidos
pela consultoria Xylo revelou que um terço dos funcionários
com acesso à grande rede no escritório faz uso pessoal
da internet no máximo duas vezes por semana, enquanto só
17% afirmaram fazê-lo diariamente. Por causa disso, apenas
25% das empresas proíbem o uso pessoal da rede durante
o expediente, ao passo que 37% o permitem, desde que não
haja grande desperdício de tempo, e 11% têm uma política
de livre utilização da internet no serviço.

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Vírus
encurralado
Marcio Capovilla
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Remédio que já se mostrou eficaz para reduzir
a duração das gripes comuns quando tomado
bem no início da manifestação dos sintomas,
o Tamiflu teve outra característica positiva apresentada
em um congresso no Canadá: ajuda a prevenir a doença.
Seu uso combinado com a vacina contra a gripe pode elevar
para 90% a proteção contra o vírus
influenza, confirma o geriatra João Toniolo eto,
membro do VigiGripe, serviço que monitora epidemias
desse tipo no país. ode ser mais útil ainda
em ambientes de trabalho ou nas escolas, onde o primeiro
espirro muitas vezes significa ameaça coletiva.
Como
prevenir a queda entre idosos
Interessada em ajudar idosos que costumam cair com freqüência,
a fisioterapeuta Monica Rodrigues Perracini, da Universidade
Federal de São Paulo (Unifesp), fez uma pesquisa
com 1.667 pessoas acima dos 60 anos na capital paulista.
Destas, 30% sofreram uma queda no ano passado 5,2%
com algum tipo de fratura. Para prevenir, é bom saber
quais fatores aumentam os riscos. As mulheres têm
duas vezes mais predisposição de cair que
os homens. Idosos que já passaram por isso têm
a possibilidade muito aumentada de que ocorra de novo. E
a simples admissão de ter problemas de visão
eleva em 50% a probabilidade de levar um tombo.
BOA
NOTÍCIA
Visão
ampliada
Uma nova técnica desenvolvida por médicos
do Hospital Johns Hopkins, nos EUA, permite a detecção
do câncer de mama com até 1 centésimo
do tamanho dos atualmente visualizáveis por exames
de mamografia ou ressonância magnética. É
uma endoscopia com uma microcâmara de diâmetro
igual ao de uma ponta de lápis, capaz de ampliar
em até sessenta vezes a visão dos tecidos
mamários. Assim, os médicos podem identificar
minúsculas lesões nos seios, que passariam
despercebidas pelos métodos tradicionais de diagnóstico.
MÁ
NOTÍCIA
A
dengue persiste
A dengue continua a atazanar a população brasileira.
Relatório recente da Organização Pan-Americana
de Saúde (Opas) mostra que o país lidera o
número de casos registrados em 2000 na América
Latina até agora, foram 171.831. Num longínquo
segundo lugar vem o Paraguai, com 24.282, seguido do Equador
(12 802) e Venezuela (11 801). O combate à epidemia
se limita à erradicação do mosquito
transmissor, o Aedes aegypti, que se reproduz em
água parada, como a acumulada em vasos, pneus e garrafas.
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Preparação
falha
Paulo Jares
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Na teoria, os universitários sabem do que precisam
para ter sucesso no mercado de trabalho. Na prática,
deixam a desejar, segundo pesquisa da pedagoga Joyce Ajuz
Coelho, a Universidade de São Paulo. Ela entrevistou
249 alunos de instituições públicas
e privadas e constatou a deficiência que eles têm
no esforço para dominar um segundo idioma, fazer
estágio profissional no ano da formatura, ler com
freqüência jornais, revistas e livros, além
de apresentar um enfoque muito especializado da carreira,
quando o que se requer é uma visão mais polivalente.
Férias
saudáveis
Para os cientistas da Universidade Estadual de Nova York,
nunca é demais repetir que as férias fazem
bem para a carreira profissional. Durante nove anos, eles
acompanharam um contingente de mais de 12 000 homens que
apresentavam elevado risco de doenças coronarianas
os que gozavam normalmente o descanso anual demonstravam
menor probabilidade de vir a ter problemas fatais com o
coração. Além da redução
do stress, as férias colaboraram para a melhoria
do estado de saúde e permitiram uma rotina de exercícios
físicos.
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Editado
por Cesar Baima.
e-mail: parausar@abril.com.br
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