Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 754 - 5 de junho de 2002
Radar

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Lauro Jardim [e-mail: ljardim@abril.com.br]

POLÍTICA

O medo diminuiu
Chegar a esta fase da campanha na faixa dos 40% das intenções de voto não é novidade para Lula. Em 1994, nessa mesma época, ele estava com 41%, segundo números do Vox Populi. Em compensação, 45% do eleitorado dizia que não votaria nele por nada neste mundo. A grande diferença, hoje, é a taxa de rejeição – esse é o ponto-chave para quem entende de pesquisas de opinião. Na mais recente pesquisa do Vox Populi, fechada na sexta-feira passada, a rejeição a Lula ficou em 23%.

Salão vazio
Roseana Sarney faz 49 anos no sábado 1º. Sem festa.

O domador do mercado
Na cúpula do PT, há uma certeza e uma dúvida sobre o futuro ministro da Fazenda num eventual governo Lula. A certeza: ele não será um petista. A dúvida: quando Lula deve dizer isso com todas as letras ao eleitorado, dando inclusive o nome do domador escalado para amansar o mercado? Uns querem que seja antes do primeiro turno. Outros acham que o melhor é logo após.

O grande arco petista
José Dirceu está encaminhando da maneira mais discreta possível entendimentos com a turma de Garotinho. Aliás, o alto comando do PT parou de bater em Garotinho, que, no entanto, não admite pular fora da corrida presidencial.

 

ECONOMIA

Bye, bye, Brasil
O homem de negócios José Brafman, que ajudou Benjamin Steinbruch a comprar a Vale do Rio Doce cinco anos atrás, está indo morar no exterior.

Vai e volta
Dois anos atrás, a Petrobras gastou milhões de reais para reestruturar administrativamente a estatal. O então presidente, Philippe Reichstul, contratou uma consultoria que, entre outras medidas, sugeriu a criação de várias unidades de negócios pelo Brasil afora. E assim foi feito. O objetivo era descentralizar a estatal, tornando-a mais ágil. Pelo visto, não deu certo. Está tudo se concentrando novamente na sede.

 

Discurso pró-Serra

Claudio Rossi

Paulo Renato: apoio público


O ministro Paulo Renato Souza, que havia tempos vivia amuado com José Serra, resolveu baixar a guarda. Foi convencido a apoiar publicamente – e em grande estilo – o candidato tucano. A conversão de Paulo Renato terá seu primeiro capítulo na convenção do PSDB, no dia 15. Ali, ele fará um discurso de apoio a Serra, selando, pelo menos em público, o fim das divergências.

 

GENTE

Filme queimado
A mais importante revista da Alemanha, a Der Spiegel, dedicou seis páginas em sua última edição a João Carlos Martins, considerado um dos maiores intérpretes da obra de Bach. O tom de elogio só termina quando ela afirma que o pianista está no limbo no Brasil desde que se tornou caixa de campanha do "corrupto candidato Maluf". Martins, que perdeu os movimentos da mão direita e está iniciando uma turnê mundial tocando apenas com a esquerda, não se apresenta no Brasil há dezoito anos.

 

GOVERNO

O momento passou
A intervenção federal no Espírito Santo esteve pertíssimo de acontecer duas semanas atrás. Agora, esfriou, e a aposta é que não sai mais.

 

FUTEBOL

Desestatizando o caneco
Se o Brasil triunfar na Coréia, a CBF poderá quebrar uma tradição: não quer que a seleção dê aquela tradicional passadinha pelo Palácio do Planalto para confraternizar com o presidente. Desde a Copa de 70, esse costuma ser o primeiro evento público do time. O alto comando da CBF ainda não discute isso publicamente, só em reuniões fechadíssimas – afinal, a seleção só estréia na Copa nesta semana. Resta saber se Ricardo Teixeira resistiria a pressões em caso de vitória do time de Felipão. Bem, mas antes é preciso ganhar os jogos...

Quem joga e quem vê
Que o futebol é o grande esporte nacional, não há dúvida. O curioso é constatar a desproporção entre os que o praticam e os que apenas o assistem pela televisão. Uma pesquisa nacional do Ibope/TGI revela que somente 26% dos brasileiros declaram ter jogado futebol nos últimos doze meses (quando as mulheres são incluídas nessas contas, o porcentual cai para 15%). Em compensação, 49% dos brasileiros assistiram a pelo menos um jogo pela TV de um ano para cá.

 

POBREZA

Ainda é pouco
Uma extensa pesquisa do Ipea, a ser divulgada na terça-feira, revela que 59% das empresas brasileiras realizam algum tipo de ação social voluntária. É o primeiro levantamento nacional sobre o assunto. Agora, aos números que conseguem traduzir melhor o que isso significa: anualmente, 4,7 bilhões de reais são aplicados por 465.000 empresas em atividades que beneficiam a comunidade carente.

 

AEROPORTOS

Urubu na linha
A Infraero parece finalmente ter descoberto o que fazer para se livrar dos urubus que rondam os aeroportos. Nos últimos meses, capturou 365 espécimes no Aeroporto de Cumbica e, com licença do Ibama, fez um teste piloto: mandou os urubus para uma área ambiental a 60 quilômetros de distância. Antes, porém, os bichos foram enfeitados com anilha no tornozelo e brinco colorido. Só um voltou. Os outros estão até agora na mata.

 

TELEVISÃO

Vida dura para as estrelas
Segundo um alto executivo da Rede Globo, todos os contratos que a emissora renovou neste ano foram renegociados em bases menores que os anteriores – e, em alguns casos, bem menores.

 

Eles podem se juntar

 
Marcia Gouthier/Folha Imagem
Leo Feltran
Nizan e Olivetto: as conversas já começaram

No maior sigilo começou a ser costurado o que – se concretizado – será o maior estrondo da propaganda brasileira em muito tempo. Nada menos que a união de forças dos dois maiores publicitários do país, Washington Olivetto e Nizan Guanaes. As conversas iniciais com a dupla estão sendo conduzidas pelo grupo Icatu, comandado por Kati Almeida Braga, sócia de Nizan. O objetivo seria formar uma mega-holding de propaganda, tendo a dupla no topo. Será que as sondagens vão prosperar?

 

Colaborou Luís Henrique Amaral

 

 
 

 

Foto Sérgio Cardoso


 

   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS