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Edição 1 704 - 13 de junho de 2001
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Explosão dramática

 
Divulgação
Antonio Milena
Gianecchini, o príncipe-cabeça: teatro dói Maria Fernanda: em cena no singelo Anchieta

Catapultados instantaneamente para a fama ao aparecerem em novelas da Globo, dois iniciantes na arte dramática optaram pelo palco. Os estilos, no entanto, diferem. No Rio, Reynaldo Gianecchini, 28 anos, vive um galã seqüestrado por atores alternativos em O Príncipe de Copacabana, em complexíssima montagem de Gerald Thomas. Em São Paulo, a discreta Maria Fernanda Cândido, 26, interpreta uma índia e outros personagens no singelo Anchieta, Nossa História – o mesmo papel que fez há quatro anos. "Refazer meus primeiros passos foi uma chance de me redescobrir", considera. Para ele, o processo foi mais cabeça – só na véspera da estréia, por exemplo, a trupe soube o que iria levar ao palco. A sarada Paula Burlamaqui, outra jóia do elenco thomasiano, está impressionada com Gianecchini. "Ele poderia fazer outras coisas, ganhar mais dinheiro, participar de baile de debutantes. E preferiu mergulhar nesse processo doloroso do Gerald", diz.

 

Criatividade a rigor


Cida Souza/Revista Contigo
Herchcovitch e Johnny de black-tie à sua moda: jeans e salto alto


Festa black-tie costuma ser uma chatice em termos de visual masculino – menos quando é de gente da moda. Na entrega do Prêmio Abit, em São Paulo, Alexandre Herchcovitch, o melhor estilista de 2000, convocou o amigo Johnny Luxo para par de vasos. Juntos, dispensaram o paletó, costuraram a gravata-borboleta (desamarrada) na camisa e vestiram jeans bem detonados. Nos pezinhos, calçados femininos: o de Alexandre, escarpim rosa salto 4; o de Johnny, bota salto 18. "Queríamos mostrar que a moda pode ser menos rígida", filosofa o estilista. Duro foi agüentar o salto. "Só consegui porque fiquei a festa toda sentado", confessa Johnny.

 

Como um peixinho no ar

Chicão Jones
Sasha: coreografia com direito a biquinho


De boina e meia de pompom, Sasha, 2 anos, acompanhou a mamãe na gravação do vídeo Xuxa Só para Baixinhos 2 com ares de quem tem algo a contribuir. A coreografia da música Dois Peixinhos, por exemplo, foi inspirada na dança que costuma fazer quando sai do banho – biquinho, inclusive. Figurante muito especial em algumas cenas, Sasha se trocou, pendurou suas roupas e dançou no ritmo. Xuxa garante que não força a filha a nada. Marlene Mattos, a madrinha, confirma. "Ela vê um monte de crianças na TV e quer fazer também. É espertíssima", derrete-se.

 

Ah, a maldade humana...


Ronaldo al mare: o que a foto mostra não é o que todo mundo está pensando

De volta à Europa (sem Milene e Ronald, que ficaram no Rio de Janeiro) para treinar depois de mais de um ano longe do gramado, o solitário Ronaldinho foi passear de barco na Côte d'Azur, em companhia de amigos. Uma jovem de cabelos castanhos postou-se a seu lado, inclusive, em alguns momentos, de mãozinhas dadas e abraçada às suas costas. Pois não é que uma revista italiana fotografou a cena e pensou mal do rapaz, insinuando um romance? "É tudo mentira. A moça é casada com um amigo do Ronaldo, e o marido dela estava no barco", jura o valoroso assessor Rodrigo Paiva. Passado o incidente, Milene voou ao encontro do marido e os dois voltam juntos ao Rio na semana que vem. Nem aí para as mentes mal-intencionadas.

 

Mesma fórmula, novo par

Craig Blankenhorin/HBO
Sonia: o sexo, a cidade e a Samantha


Virou, mexeu e lá está ela em arfante cena sensual na TV. Neste fim de semana, o canal a cabo HBO americano leva ao ar o primeiro dos três capítulos que Sonia Braga gravou para o seriado Sex and the City (removido da programação brasileira). Sonia faz o papel de Maria, artista plástica brasileira que troca beijos ardentes com Samantha, a mais atrevida das quatro personagens do seriado. Aos 51 anos, Sonia retoma a fórmula das caras, bocas e libido – em inédita companhia, é verdade – após rápida passagem pelo drama: no filme Angel Eyes, que nem Jennifer Lopez consegue salvar, ela é a deprimida e sofredora mãe da mocinha.

 

Apagou-se o que era doce

Mais um casamento que foi se apagando... apagando... e apagou. Destaque na equipe do governo que trata da crise energética, David Zylbersztajn, 46, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, separou-se de Beatriz, 41, filha de Fernando Henrique Cardoso, com quem era casado há quinze anos. "Não era para ser agora", confidenciou a um amigo, reconhecendo o mau momento. "Mas essas coisas não escolhem tempo para acontecer." Hospedado em casa de amigos há uma semana, pretende instalar-se em um apartamento da família em Ipanema. Beatriz e os dois filhos continuam no apartamento da Barra da Tijuca.

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Aida Veiga, Bel Moherdaui,
Marcelo Carneiro, Silvia Rogar e Ronaldo França


 
 
   
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