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A doença do imprevisto
A esclerose múltipla, uma patologia degenerativa que afeta principalmente pessoas com idade entre 20 e 40 anos, muitas vezes é confundida com stress; diagnóstico precoce é fundamental para manter a qualidade de vida do paciente
por Luciana Christante
De Charcot à neuroimagem
Cortesia de Franz Schelling
Ilustração do neurologista francês Jean-Martin Charcot, publicada em 1867 na tese de um de seus alunos, mostrando lesões cerebrais da esclerose múltipla
A esclerose múltipla foi caracterizada pelo neurologista francês Jean-Martin Charcot (1825- 1893) há 140 anos. Segundo a chamada tríade de Charcot, os três principais sintomas compreendiam disartria, ataxia e tremor, embora alterações cognitivas, como capacidade de memorização mais lenta, também tenham sido observadas pelo médico parisiense. As lesões neurológicas típicas da doença, que naquela época só podiam ser observadas na autópsia, hoje são acompanhadas pela ressonância magnética, que se tornou uma ferramenta indispensável tanto para o diagnóstico como para o acompanhamento da evolução desta patologia.
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Luciana Christante é farmacêutica e jornalista científica.