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edição 180 - Janeiro 2008
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A sociedade 24 horas
Enquanto a maioria dorme, outros permanecem acordados para manter a produção e os serviços operando. Além de prejudicar a saúde física e mental de quem trabalha à noite, a inversão de horários expõe todos a um risco maior de acidentes
por Claudia Roberta de Castro Moreno, Frida Marina Fischer e Lúcia Rotenberg
PARA CONHECER MAIS
Saúde e bem-estar de trabalhadores em turnos e noturnos. C. R. C Moreno et al., em São Paulo em Perspectiva, vol. 17, no 1, págs. 34-46, 2003.

Gênero e trabalho noturno: sono, cotidiano e vivências de quem troca o dia pela noite. L. Rotenberg et al., em Cadernos de Saúde Pública, vol. 17, no 3, págs. 639-649, 2001.

What happens to the body when one works at night. C. R. C. Moreno e F. M. Louzada, em Cadernos de Saúde Pública, vol. 20, no 6, págs. 1739-1745, 2004.
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Claudia Roberta de Castro Moreno, Frida Marina Fischer e Lúcia Rotenberg Claudia Roberta de Castro Moreno e Frida Marina Fischer são biólogas e professoras da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Lúcia Rotenberg, também bióloga, é pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro. As três se dedicam ao estudo das conseqüências físicas, mentais e sociais do trabalho noturno e em turnos e organizaram o livro Trabalho em turnos e noturno na sociedade 24 horas (Atheneu, 2003).