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Crenças que fazem mal

Lidar com o diagnóstico de uma doença grave pode ser mais fácil quando se busca entendimento e aceitação da situação

novembro de 2015

O diagnóstico de uma doença grave costuma cair como uma bomba na vida do paciente e daqueles que estão próximos. Por mais equilíbrio emocional que a pessoa tenha, não raro a notícia deflagra sentimentos angustiantes e a sensação de desamparo. Em alguns casos, esses estados de espírito chegam imediatamente; em outros, demoram algum tempo para aparecer, mas nem por isso são menos desconfortáveis ou requerem menos atenção. Considerando que a ansiedade tem caráter antecipatório e seu principal sintoma seja o medo, é compreensível que apareça justamente como algo assustador (e nem sempre possível de controle) em nossa vida.

Não há receita única e infalível para se haver com o desconforto, mas ter a ajuda de um psicólogo (e em muitos casos de um psiquiatra que possa receitar medicamentos necessários) pode ser decisivo. Além disso, porém, algumas predisposições para rever valores e crenças fazem enorme diferença. Em primeiro lugar, e em vez de recriminação, ajuda muito buscar entendimento e aceitação da situação, sem perder tempo e energia procurando culpados. O psicólogo Robert L. Leahy, diretor do Instituto Americano de Terapias Cognitivas, ex-presidente da Associação Internacional de Terapia Cognitiva e Comportamental, nos Estados Unidos, sugere alguns pontos que valem a pena ser questionados.

Leia a matéria completa, “Vamos esperar e ver o que acontece…” na edição de novembro de Mente e Cérebro, disponível na Loja Segmento: http://bit.ly/1Hug1BN