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07 de dezembro de 2007
Audição em risco
Estudo da Unifesp revela mais casos de deficiência auditiva em bebês prematuros que permanecem em UTI neonatal por mais de 48 horas
 
Stela Murgel/Unifesp
(Agência FAPESP )– Pesquisa realizada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), feita com recém-nascidos prematuros, detectou maior número de casos de deficiência auditiva infantil em crianças que permanecem em UTI neonatal por mais de 48 horas.

Os pesquisadores detectaram também, ao longo dos quatros anos do estudo, maior presença de fatores de risco para a surdez infantil como antecedentes familiares, utilização de ventilação mecânica durante internação e convulsões. Houve queda da presença de fatores de risco como infecções e malformação congênita.

O objetivo do estudo, segundo Michele Vargas Garcia, que participou da coleta dos dados e elaborou o texto final da pesquisa, foi comparar a ocorrência dos indicadores de risco para a deficiência auditiva infantil ao longo de quatro anos, com base no Programa de Triagem Auditiva do Hospital São Paulo. A pesquisa foi publicada na Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.
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