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Relacionamento a distância e felicidade

Estudo de universidade de Hong Kong aponta: casais que vivem afastados são tão ou mais felizes do que os que moram juntos

setembro de 2013
Artfamily/Shutterstock
Pelo menos é o que revela uma pesquisa publicada no Journal of Communication. Cientistas da Universidade da Cidade de Hong Kong instruíram 63 casais heterossexuais a responder a um questionário por dia durante uma semana. As perguntas eram sobre como se sentiam em relação ao parceiro e, principalmente, por quanto tempo e como conversavam – se pessoalmente, por telefone, por e-mail, por mensagens instantâneas.

O resultado foi surpreendente: casais que moravam em cidades diferentes e passavam, em média, 17 meses sem se ver, aparentaram ter tanta ou mais cumplicidade que aqueles que viviam juntos ou se encontravam com frequência. Segundo um dos autores, Jeffrey Hancock, os que namoravam a distância reclamaram menos de falta de atenção do outro e, talvez por isso, tendiam a falar mais sobre seus conflitos e problemas. Ele acredita que esse tipo de relacionamento pode se tornar cada vez mais comum, por causa dos meios de comunicação de que dispomos atualmente – virtualmente, é possível ter o outro quase sempre por perto. “O sucesso dependerá, claro, de outros fatores tão ou mais importantes que a proximidade, como a sintonia e a confiança do casal”, diz Hancock.

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