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Da ira à esperança

Na série 7 prazeres capitais do Café Filosófico, o jesuíta Carlos Alberto Contieri reflete sobre como a raiva pode conduzir à mudança

setembro de 2014
O padre jesuíta Carlos Alberto Contieri descreve a ira como uma paixão desordenada: o problema não é a emoção em si, mas a desorganização dos impulsos que podem levar a consequências negativas. Diferencia a ira do ódio. Para ele, a ira é ânsia por transformar uma realidade insatisfatória sendo, nesse caso, motivada pela esperança. “Se os meios que essa paixão emprega são bons, ela pode se tornar um alimento precioso para fazer o bem”,  afirma.  Cita ainda São João Crisóstomo: “quem não se irrita quando tem motivo para fazê-lo, peca”.

Confira a apresentação:


café filosófico cpfl inédito na tv cultura: da ira à esperança, com padre contieri from instituto cpfl | cultura on Vimeo.


No domingo, 05, às 22h, na TV Cultura, o historiador Leandro Karnal apresenta o próximo episódio da série, O pecado envergonhado: a inveja e a tristeza sobre a felicidade alheia. A palestra você confere no site da Mente e Cérebro, na segunda-feira, dia 06.

Veja também as primeiras apresentações: Os velhos e os novos pecados, com o historiador Leandro Karnal, A preguiça e a melancolia, com o filósofo Oswaldo Giacoia Jr e Quando muito é pouco: a avareza, com o historiador José Alves Freitas Neto.

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