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Emoções de pré-adolescente ganham vida em Divertida Mente

Filme faz menção a conceitos da neurociência, como a influência dos sentimentos sobre a formação de memórias

julho de 2015
REPRODUÇÃO

Riley, de 11 anos, é uma garota calma e feliz, mas passa por um intenso estresse quando muda de cidade com a família. Dentro de sua cabeça, numa verdadeira mesa de operações, suas emoções – Alegria, Tristeza, Raiva, Nojo e Medo – estão muito ocupadas tentando gerenciar seu processo de adaptação. A confusão começa quando uma delas, Tristeza, resolve mexer num setor onde não devia: o armário que guarda as memórias de Riley. Assim se inicia Divertida mente (Inside out, 2015), animação da Disney Pixar em cartaz nos cinemas.

Inspirado em conceitos da neurociência, como a influência das emoções sobre o registro de fatos na memória, o filme retrata o conturbado processo de amadurecimento do cérebro adolescente e evoca temas complexos, como a depressão. No caso, os altos e baixos de Riley são causados pela atrapalhada alternância das emoções no momento de crise.

Esta matéria foi publicada originalmente na edição de julho de Mente e Cérebro, que pode ser adquirida na Loja Segmento: http://bit.ly/1epW4DO

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