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Esclerose múltipla

junho de 2007
É cada vez maior o número de mulheres afetadas pela esclerose múltipla, doença inflamatória crônica que compromete os sistemas motor e sensorial e cujas causas são pouco compreendidas. Em 1940 a relação entre mulheres e homens diagnosticados com a doença era de 2:1; em 2000, foi de 4:1. Boa parte desse aumento corresponde a casos em que a doença se manifestou em indivíduos mais jovens. Os dados foram apresentados na Reunião Anual da Academia Americana de Neurologia, em Boston.

“Isso significa um aumento na proporção entre mulheres e homens da ordem de 50% por década”, diz o neurologista Gary Cutter, da Universidade do Alabama. Segundo ele, os pesquisadores precisam urgentemente investigar o papel das mudanças do estilo de vida feminino, que incluem, por exemplo, o uso de anticoncepcionais, menarca precoce, obesidade, tabagismo e gravidez tardia.