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Atualmente, não há nenhum teste de laboratório para diagnósticar Parkinson, por isso, é impossível detectar sinais durante os primeiros estágios da doença. Agora, a farmacologista Silvia Mandel do Insituto de Tecnologia da Faculdade de Medicina Technion-Israel e sua equipe, identificaram genes que podem prever com alta precisão se uma pessoa pode desenvolver a patologia, antes do aparecimento dos sintomas – uma fase em que os esforços de tratamento poderiam ter maior impacto para impedir sua progressão. Os resultados foram publicados no períodico científico
Molecular Neurodegeneration.Os pesquisadores analisaram a amostra de sangue de 62 pessoas em estágio inicial de Parkinson e de 64 saudáveis, para controle. Os indícios encontrados nos pacientes pré-sintomáticos foram confirmados com 100% de precisão, de acordo com os dados genéticos de 30 pessoas em estágios avançados da doença. “O objetivo inicial era determinar se havia alguma assinatura biológica que poderia confirmar a suspeita”, diz Silvia.
A pesquisadora acredita que o teste de sangue pode ser combinado com exames de neuroimagem para o diagnóstico diferencial de Parkinson e de distúrbios motores.