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16 de maio de 2007
Fóssil de ancestral humano tinha cérebro menor do que se pensava
De acordo com estudo que avaliou o crânio fossilizado de um antigo parente dos humanos e macacos, os ancestrais do homem, há 29 milhões de anos, eram menos avançados mentalmente
 
Agência Fapesp
Pesquisadores concluem que, há 29 milhões de anos, ancestrais de primatas tinham cérebro pouco desenvolvido
Agência Fapesp – Os ancestrais do homem, há 29 milhões de anos, eram menos avançados mentalmente do que se acreditava, de acordo com um estudo que avaliou o crânio fossilizado de um antigo parente dos humanos e macacos.

A pesquisa, liderada pelo primatologista Elwin Simons da Universidade Duke, nos Estados Unidos, analisou um crânio completo e extremamente bem preservado de uma fêmea da espécie Aegyptopithecus zeuxis. O fóssil foi encontrado em 2004 no Egito, a cerca de um quilômetro da depressão de Fayum. Evidências sugerem que o local, agora árido, foi uma floresta tropical há 29 milhões de anos.

Os estudos serão publicados esta semana no site e, em breve, na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).

Devido ao alto grau de preservação do crânio, os cientistas puderam submetê-lo a um escaneamento por meio de uma técnica computadorizada de raios X e calcularam as dimensões aproximadas do cérebro que esteve na cavidade craniana.
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