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O fruto não cai longe da árvore

O projeto Retratos genéticos explora a ideia de "destino biológico" unindo pais e filhos em um só rosto

setembro de 2014
Ulric Collete
Ao contrário de Dorian Gray, as pessoas que aparecem nos Portraits génétiques (Retratos genéticos) do fotógrafo Ulric Collette, de Quebec, não conseguem escapar do processo de envelhecimento ou de seu destino biológico. A série explora as semelhanças genéticas de parentes e une em um só retrato meia face de um dos pais e seu descendente, como a mãe, Julie, de 61 anos, e sua filha Isabelle, de 32.

A mistura é um notável estudo genético do futuro. O fenômeno perceptivo  que nos permite apreender linhas contíguas como um contorno suave faz com que alguns observadores vejam retratos unidos da mesma pessoa em dois pontos diferentes da vida. Mas, na verdade, são duas pessoas.

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