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Pesquisa questiona eficácia do chamado “viagra feminino”

março de 2009
₢Tomasz Trojanowski/123RF
O medicamento chamado Intrinsa, um adesivo à base de testosterona mais conhecido como “viagra feminino”, parece não trazer benefícios às usuárias e pode até ser prejudicial, segundo estudo publicado na revista Drug and Therapeutics Bulletin.

O adesivo é indicado para mulheres com disfunção sexual causada pela remoção dos ovários. Os autores mostraram, porém, que boa parte das participantes do estudo sofreu efeito placebo, já que o aumento do desejo sexual foi observado também nas que não usaram o medicamento (grupo-controle). Em compensação, os pesquisadores relataram grande incidência de efeitos colaterais, como irritação na pele da região do corpo em que o adesivo foi aplicado. “Não sabemos qual é a segurança do Intrinsa em longo prazo. Os efeitos indesejados são frequentes e nem sempre reversíveis, por isso não o recomendamos às mulheres com disfunções sexuais", escreveram.