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PSICOTERAPIAS 2 – “Terapia analítico-comportamental” - Errata e considerações

Os autores Joana Singer Vermes, Denis Roberto Zamignani e Sonia Beatriz Meyer apontaram as seguintes incorreções e discordâncias com relação aos trechos em destaque (olhos), produzidos editorialmente, bem como em partes da apresentação (editorial), assinada pela editora e pelo consultor técnico da coleção. Clique aqui.

setembro de 2010
PSICOTERAPIAS 2 – Texto “Terapia analítico-comportamental”
Errata e considerações

Os autores Joana Singer Vermes, Denis Roberto Zamignani e Sonia Beatriz Meyer apontaram as seguintes incorreções e discordâncias com relação aos trechos em destaque (olhos), produzidos editorialmente, bem como em partes da apresentação (editorial), assinada pela editora e pelo consultor técnico da coleção:

Na apresentação:

Página 5, 4º parágrafo: “(...) psicólogos comportamentais priorizam as formas como os indivíduos reagem aos estímulos, conduzem seus pensamentos e controlam o meio ambiente, externo e interno”.

Os autores propõem no lugar: “(...) os psicólogos comportamentais priorizam as formas como os indivíduos interagem com o ambiente e de que forma o último controla comportamentos, incluindo os pensamentos e sentimentos”.

Página 5, 6º parágrafo: “O trabalho terapêutico, nos dois casos [terapia analítico-comportamental e terapias cognitivas], se faz por meio de intervenções sistemáticas e técnicas ativas, em sessões estruturadas, geralmente focais”.

Segundo os autores, essa frase pode ser verdadeira no caso das terapias cognitivas, mas não se aplica à terapia analítico-comportamental, que muitas vezes não se utiliza de técnicas e raramente conta com sessões estruturadas e focais.

Nos olhos:

Página 15: “Skinner desenvolveu o conceito de comportamento operante, em que a ação do indivíduo age no ambiente, produzindo alterações nele”.

Os autores sugerem que o leiam com a seguinte complementação (assinalada em negrito): “Skinner desenvolveu o conceito de comportamento operante, no qual a ação do indivíduo age sobre o ambiente, produzindo alterações nele, que, por sua vez, retroagem sobre o comportamento do indivíduo, produzindo mudanças”.


Página 16: “Nos anos 80 os analistas comportamentais mudaram o uso das técnicas, levando em conta a interação com o mundo e a relação terapêutica”.

No lugar, sugerem: “A partir dos anos 80, a relação terapêutica passou a ser considerada um importante instrumento para o processo de mudança”.

Página 22: “A terapia se baseia em vínculo afetivo especial, em que as ações do terapeuta exercem funções de acolhimento e compreensão”.

Nesse caso, deve-se ler: “A terapia se baseia em um vínculo afetivo especial, na qual as ações do terapeuta exercem, entre várias funções, um papel de acolhimento e compreensão”.

Página 34: “Na terapia, a revisão de valores e as mudanças comportamentais não se darão, necessariamente, com base em contingências concretas”. Essa frase deve ser entendida como: “Na terapia a revisão de valores e as mudanças comportamentais não se darão apenas a partir da análise de contingências atuais, mas sim da história de vida do cliente”.


Além disso, na seção Para Conhecer Mais, página 46, onde se lê:

Psicoterapia analítico funcional. R. J. Kohlenberg e M. Tsai, M. (2001). ESETEc, 2001. Meyer, S. B. (1995).

O correto é:
Psicoterapia analítico funcional. R. J. Kohlenberg e
M. Tsai. ESETEc, 2001.

Na mesma página, na referência:
Quais os requisitos para que uma terapia seja considerada comportamental?
Disponível em http://www.cemp.com.br/
faltam autoria e ano de publicação: “S. B. Meyer, 1995”.