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Quando apagar velinhas era proibido

Costume de celebrar aniversário chegou a ser combatido por alguns grupos ao longo da história

abril de 2013
Senkaya/Shutterstock
A comemoração do aniversário é uma prática antiga. Segundo os antropólogos americanos Ralph e Adelin Linton, ocorrem desde o Egito antigo, por volta de 3000 a.C. Mas nessa época, os egípcios, assim como os gregos, se restringiam ao festejo do nascimento de “seres superiores”, como faraós e deuses. Com o passar do tempo, o costume se estendeu às pessoas em geral e foi adotado pelos romanos. Nos primórdios do cristianismo, o hábito – de origem pagã – foi combatido e só retomado no século 4, quando os católicos passaram a celebrar o nascimento de Cristo, com a instituição do Natal. O costume de acender velinhas – dotadas, segundo a crença popular, de magia capaz de fazer com que os desejos se realizem ao serem assopradas – começou com os gregos. Eles acreditavam que na data de seu aniversário as pessoas ficavam mais próximas do mundo espiritual e, para pedir proteção, colocavam bolos redondos, numa referência à Lua, iluminados com velas nos altares da deusa Ártemis.

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