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Rastreador de Alzheimer

junho de 2006
Um dia talvez seja possível usar um novo aparelho - chamado rastreador radiativo - para prever se uma pessoa tende a desenvolver a doença de Alzheimer. Esse é o objetivo de Gary Small, psiquiatra geriátrico da Universidade da Califórnia de Los Angeles, e seus colegas, que estão tentando desenvolver um método para se adiantar à doença. Eles criaram um marcador radiativo que adere às placas e tranças formadas por proteínas algumas proteínas específicas espalhadas pelo cérebro responsáveis pelo aparecimento da doença de Alzheimer. No estudo, Small e sua equipe primeiro escanearam o cérebro de 60 pessoas, algumas "normais" quanto ao estado mental e outras com comprometimento cognitivo moderado em razão do Alzheimer. Quanto maiores os problemas cognitivos do indivíduo, mais o rastreador aparecia nas imagens escaneadas do cérebro. Dois anos depois, em escaneamentos de acompanhamento feitos em 12 indivíduos, aqueles cujas capacidades mentais deterioraram mostraram maior acúmulo do rastreador - o que indica que esse método pode ser mesmo válido para revelar a tendência ao problema.