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Notícias |
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| 22 de janeiro de 2007 |
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| Xadrez e cognição |
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| A idéia de que a prática favorece o desenvolvimento de áreas específicas do cérebro tem despertado o interesse de especialistas |
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Como a habilidade de uma pessoa no xadrez pode ser medida e submetida a experimentos de laboratório, o jogo se tornou um campo de testes importante para pesquisas sobre cognição. "Esse tipo de atividade estimula a capacidade de antecipação, o raciocínio lógico e abstrato, ajudando o cérebro a \\'aprender a pensar\\' por meio de uma atividade prazerosa", afirma a psicopedagoga Kátia Kühn Chedid, integrante de grupos de estudo sobre educação e neurociências na Universidade de São Paulo (USP) e na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Assim como outras escolas, o Colégio Dante Alighieri, em São Paulo, onde Chedid trabalha, oferece aulas de xadrez aos alunos.
O lançamento de Xeque-mate! Meu primeiro livro de xadrez, de Garry Kasparov, pode ser bastante útil para estudantes - além de divertido.
Embora não seja direcionado especificamente as crianças e adolescentes, o livro apresenta as peças, ensina regras, movimentos e até truques em liguagem clara e páginas bem ilustradas. De fato, o autor tem muito a dizer: o campeão do esporte manteve o título mundial entre 1985 e 2000 e atual-mente empenha-se na divulgação do jogo.
A idéia de que a prática favorece o desenvolvimento de áreas específicas do cérebro tem despertado o interesse de especialistas há bastante tempo. Em 1894, o psicólogo francês Alfred Binet, um dos pioneiros na criação de testes de inteligência, realizou um estudo no qual pediu a enxadristas que descrevessem como raciocinavam durante as partidas.
Xeque-mate! Meu primeiro livro de xadrez. Garry Kasparov. Artmed, 2007. |
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