Qual foi a maior gafe que você já cometeu em sua vida profissional?

Você sobrevive a uma fusão?
É hora de mudar de rumo?
Devo ir ou devo ficar?

Você vai se aposentar rico?
Você é intuitivo?



 
Você s.a online
Corrida contra o corte
A ameaça de apagão está fazendo muitas empresas se adaptarem
à reduçãode energia. Veja abaixo como oito empresas estão driblando o problema

Computer Associates
Na Computer Associates, boa parte dos funcionários pode ser mandado para casa. Calma lá, é que muitos trabalham com laptops e têm acesso remoto à rede. Sobre dispensa, o presidente Vincenzo Dragone foi cauteloso: "Espero que não."

Pfizer
"Há males que vêm para bem", diz Fernando Céglio, gerente de RH designado para cuidar do apagão na Pfizer. Por conta da crise energética, a empresa otimizou a produção, evitando desperdício. Vai diminuir a produção, se necessário, mas sem demitir.

TRW
A TRW Automotive vai investir 600 mil reais para se adequar à meta exigida pelo governo. Inclui nessa conta a compra de geradores e a substituição de equipamentos elétricos por equipamentos a gás. As horas extras foram canceladas nos finais de semana.

Azaléia
Antes do estouro da crise, a empresas gaúcha Azaléia Calçados já operava com gerador próprio à noite, quando a luz era mais cara. "Há anos estamos alertando o governo que esse problema ia acontecer", diz o presidente Nestor de Paula. A Azaléia já está construindo uma hidrelétrica própria, de 30 megawatts, no Rio Grande do Sul. A projeção de faturamento não foi afetada pela crise.

Springer Carrier
Embora fabrique ar-condicionado, grande consumidor de energia, a Springer vê oportunidade na crise. "Vamos aproveitar para sugerir a troca dos aparelhos antigos, que gastam muito mais do que os novos", diz Toshio Murakami, diretor de marketing e vendas. A empresa mantém a projeção de aumentar o faturamento em 16% este ano.

Sorocaba Refrescos
A Sorocaba Refrescos concorre com outras 60 marcas de tubaínas na região. "Nossos produtos não podem faltar no mercado e por isso não pensamos na possibilidade de corte de funcionários ou férias coletivas", diz o gerente-geral Mauro Cassaniga. "Um gerador garantirá, em caso de apagão, duas de nossas cinco linhas de produção."


Bristol-Myers Squibb

A Bristol-Myers Squibb não acredita que a crise será solucionada em curto prazo. Por conta disso, alugou seis geradores e deve comprar outros dois, além de tentar reduzir o consumo. "A empresa encara a redução do número de funcionários como o último recurso", diz Álvaro Y. Hayashida, gerente da área de utilidades.

Beckton Dickinson
A empresa, fabricante de produtos médicos-hospitalares, vai investir na comunicação para não dar margem a especulações sobre demissões. "Estamos revendo programas de promoções e incentivos e adotando medidas que permitam manter o equilíbrio entre gastos e receita", diz Carlos Alberto Mageste, diretor de recursos humanos para a América Latina, "Nossa principal preocupação é proteger os funcionários."


O país vive momentos difíceis por causa da crise de energia, mas você pode fazer dela uma grande oportunidade para mostrar seu talento - (leia mais)