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Em
maio passado, Luiz Felipe Monteiro Júnior, pesquisador
da Harvard Business School na América Latina, venceu
um desafio e tanto. Ele par-ticipou do curso Liderança
Escalada ao Monte Everest da Wharton School, a escola
de negócios da Universidade da Pensilvânia. Junto
com 17 americanos, um indiano e uma argentina, Monteiro
subiu a montanha mais alta do mundo. Como a chegada
ao cume é reservada apenas para pro-fissionais, a
equipe foi até Chukhung Ri, a 6 000 metros de altitude.
No caminho, diversidades culturais, efeitos da altitude,
cansaço, ansiedade e medo trouxeram lições que podem
ser aplicadas ao mundo corporativo. Veja fotos da
escalada.
Negócio
do Nepal:
as lojas de Camel, centro comercial da capital
Katmandu, provocaram um choque cultural logo na
chegada.
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Longa
jornada:
o grupo caminhava 10 horas por dia equivalente
a um dia no escritório, porém muito mais cansativo. |
Trabalho
de logística:
toda a infra-estrutura era montada pelos guias
locais mesmo assim um dos integrantes do grupo
que passou mal e não completou o percurso.
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Responsabilidade
social:
o grupo parou para visitar e fazer uma doação
em dinheiro para uma escola da região. |
Network
na montanha:
além das lições de liderança, o curso da Wharton
ajudou Luiz Felipe a conhecer profissionais e
aumentar sua rede de relacionamentos.
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Espírito
de equipe:
ambiente hostil com recursos escassos, problemas
de altitude e desgaste físico não foram suficientes
para quebrar sintonia do grupo. |
Música
da vitória:
na véspera da chegada, dividida em grupos, a equipe
parou em Ding-Bosche para elaborar jingles.
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Meta
cumprida:
depois de 15 dias e muita provação, Luiz Felipe
saboreia a vitória.
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Fotos de Luiz Felipe Monteiro Júnior.
Árdua
escalada ao topo - Veja a matéria sobre
a escalada do
Everest.
(leia mais)
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