| Atitudes | |||||||
| Dicas e insights para seu aprimoramento pessoal | |||||||
| Por que as aparências não enganam | |||||||
| por Carlos Hilsdorf | |||||||
|
Na vida, não são as aparências que enganam, como pensa o senso comum. O que nos engana é o fato de não olharmos atentamente para as pessoas e situações com as quais nos envolvemos; o fato de generalizarmos nossas conclusões e a dificuldade que temos em assumir que nossas decisões e julgamentos estão equivocados.
Encontramos alguém que demonstra não possuir os defeitos que a pessoa anterior possuía, e... Pronto! Já concluímos que encontramos a pessoa que estávamos buscando, afinal, esta não possui o que nos incomodava na outra. Ora, o fato de alguém não demonstrar determinados defeitos não significa que não os possua. Ela pode estar se “policiando” para não os deixar transparecer, pode ser que a situação para que eles se manifestem ainda não ocorreu, ou ela pode, de fato, não possuir esses defeitos. Mas e quanto aos outros defeitos que possuirá, seriam mais ou menos graves do que aqueles dos quais estávamos fugindo? Não encontraremos pessoas sem defeitos. Mas, o fato dela não possuir os defeitos que a pessoa anterior possuía, não pode, por si só, nos levar a concluir que encontramos a pessoa ideal. Não foram as aparências que nos enganaram, fomos nós mesmos, precipitados “em preencher a vaga”. Outra questão que causa ilusões reside em nosso hábito
de generalizar as coisas. Idioma sentimental Você conhece as suas atitudes quando ama, não as do outro. Talvez o idioma sentimental do outro seja tão diferente que vocês precisarão de um tempo para aprender a traduzir um ao outro. Há amores “melosos e grudentos”, que terminam com
a primeira trovoada, e outros que, aparentemente mais distantes, resistem
às mais difíceis tempestades. Há pessoas que dizem
que dariam a vida por você, mas em uma situação real,
fugiriam à primeira dificuldade. E há outras que nunca te
prometeram nada, mas suportariam as dores mais profundas em nome desse
amor.
Perceber o quanto somos ingênuos e irresponsáveis em tantos momentos da vida fere nossa inteligência, nosso orgulho e vaidade. Para escapar mais uma vez desta realidade, colocamos a culpa nas aparências – são elas que nos enganam, fulano nos enganou... Melhor aceitar a realidade: nós nos enganamos. A fantasia parece sempre mais convidativa que a realidade, mas seu preço é sempre mais alto! Para enganar-se menos, dedique mais atenção, não julgue o todo pela parte e assuma seus erros de avaliação. Os que choram não são sempre os mais tristes. Os que riem não são sempre os mais felizes. Os que mais falam em Deus não sempre os que O tem mais no coração. E muitas vezes, quem te ama em silêncio é mais efetivo que aquele que te manda flores todas as manhãs... Artigos relacionados - clique no título >>> Para desabafar aquele problema, marque um encontro com seu amigo (a) >>> Aprenda a exercitar o perdão >>> Saiba como lidar com suas expectativas para não se frustrar |
|||||||
| Colunas relacionadas: | |||||||
| Luiz Alberto Py | Roberto Shinyashiki | Gestão Pessoal | Eu | ||||
| |||||||
|
| ||||||
| Clique aqui para falar com Carlos Hilsdorf | |||||||
| |||||||