| por
Simone Sarti
| "Uma
pequena desvantagem no simulador, seria em relação à
postura, pois o exercício provoca uma tensão maior na
parte posterior, portanto é importante fortalecer a musculatura
dorsal e manter a posição correta estando no aparelho" |
Resposta:
O exercício feito no simulador vai exigir um pouco mais de
esforço. Mesmo não aumentando o grau de intensidade
no aparelho, você vai precisar de mais força muscular
para empurrar o pedal, do que, por exemplo, se estivesse dando um
passo no plano. |
As duas atividades são consideradas de baixo impacto
e os grupos musculares mais utilizados são as coxas, os glúteos
e as panturrilhas ("batata da perna").
Uma pequena desvantagem no simulador, seria em relação à
postura, pois o exercício provoca uma tensão maior na parte
posterior, portanto é importante fortalecer a musculatura dorsal
e manter a posição correta estando no aparelho: região
abdominal contraída, coluna ereta, tronco levemente inclinado para
frente e evitar que o movimento seja feito utilizando-se somente a ponta
dos pés.
O gasto calórico depende sempre da duração, intensidade,
individualidade biológica (sexo, composição corporal
e metabolismo), nível de condicionamento físico, etc. Portanto,
ele é variável.
Apesar do simulador exigir um pouco mais de esforço para o movimento
das pernas, se você fizer uma caminhada, num ritmo acelerado, terrenos
variados (com algumas subidas), mantendo a frequência cardíaca
em alta (porém dentro dos seus limites) esta atividade provavelmente
vai ter gasto calórico maior do que fazer o exercício do
simulador moderadamente.
Com relação aos benefícios, os dois trabalham a parte
cardiorespiratória, fortalecendo e dando resistência aos
grupos musculares envolvidos.
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