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Consumir cerveja sem álcool pode prejudicar tratamento de paciente alcoolista? |
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Fatores de alto risco são aquelas situações nas quais os indivíduos dependentes costumavam fazer uso da substância nos tempos de “consumo ativo”. Esses fatores tipicamente envolvem situações interpessoais (participação nas mesmas festas, nos mesmos encontros com os mesmos amigos da época das bebedeiras, pressão do grupo, por exemplo) e intrapessoais (ansiedade, frustração, fissura, por exemplo). Comumente, essas situações se misturam em uma combinação preocupante.
Advertência de A.A A advertência fornecida pelos grupos de Alcoólicos Anônimos (A.A) e outros grupos de mútua-ajuda (Narcóticos Anônimos, por exemplo) de “evitar pessoas, locais e objetos associados com o consumo das substâncias” foi desenvolvida como uma forma de minimizar a exposição a estímulos que despertam a fissura.
Nós sabemos que é impossível evitar todos os estímulos
relacionados ao consumo anterior de bebida. No entanto, evitar situações
de maior risco é possível e depende diretamente da contribuição
de cada paciente e dos seus pares. Perigo da cerveja sem álcool Na prática clínica diária, tenho recomendado a
pacientes dependentes de álcool a não utilização
de cerveja, vinho sem álcool ou quaisquer tipos de ‘bebidas
placebo’, para evitar o desencadeamento da fissura e consequentemente
a recaída. Alguns pacientes que não seguem essa recomendação
acabam por apresentar recaídas no consumo de álcool, de
fato. Abaixo, forneço referência bibliográfica sobre o tema: White, J. M., & Staiger, P. K. (1991). Response to alcohol cues as a function of consumption level. Drug Alcohol Depend, 27(2), 191-195. Caros
leitores, todas as respostas anteriores estão
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