| Diálogos | |||||||
| Dicas para um bom diálogo interpessoal | |||||||
| Demissão | |||||||
| por Luís César Ebraico | |||||||
| Mônica, a funcionária de minha clínica que já foi protagonista de um de nossos diálogos (clique aqui e leia), tanto aprontou, que acabei optando por demiti-la. LC: — Mônica, mandei o contador preparar os papéis de sua demissão. Como efeito, ficou impossível trabalhar com a Mônica: era impossível conseguir que Mônica reconhecesse algum deslize no cumprimento de suas obrigações, sendo que, muitas vezes, ainda tentava transferir a culpa de seus desmandos para outro(s) funcionário(s) ou, até, para mim, o que, de fato, provocaca conflitos desnecessários nas relações entre os membros da equipe. MÔNICA: — Bem, na verdade, eu também, às vezes, faço algumas coisas erradas. Mônica ser recusava terminantemente a reconhecer o óbvio: que ela, como todo mundo, cometia erros. Frente a tal radical recusa, não tinha sentido perder meu tempo, tentando fazê-la ver os erros que ela cometia e que, não os reconhecendo, não podia tampouco os corrigir. Ela, como fizera outras vezes, iria levar horas tentando se explicar e provar que estava certa e eu, errado.
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