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A prática regular de exercícios físicos acarretam
modificações fisiológicas benéficas ao organismo.
Essas mudanças dependem do tipo de exercício e entre elas
estão o aumento da força muscular, melhora no sistema cardiorespiratório,
diminuição da frequência cardíaca de repouso,
melhora na circulação, etc.
| Além da carga pesada
de exercícios, a síndrome de overtraining é causada
pelo desequilíbrio entre treinamento e recuperação
agravado geralmente por estresse psicológico, nutrição
inadequada, fatores ambientais, etc |
Essas adaptações estão ligadas
a uma menor incidência de doenças. Porém, se esses
exercícios não forem bem orientados, planejados e adequados,
podem provocar efeitos indesejáveis, como por exemplo, a síndrome
do overtraining, cuja causa principal são os programas
de treinamento mal planejados, com grande volume de exercícios,
altas intensidades e sem um período suficiente de repouso.
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Ou seja, um desequilíbrio entre treinamento e recuperação
agravado geralmente por estresse psicológico, nutrição
inadequada, fatores ambientais, etc.
Observa-se mais em atletas, porém hoje em dia, a busca por resultados
rápidos e objetivos estéticos, às vezes impossíveis,
faz com que esportistas ou praticantes de academia exagerem nos exercícios,
tornando-se vítimas da síndrome. Como é um desequilíbrio
entre a prática e o repouso necessário para o corpo se recuperar,
o overtraining varia de pessoa para pessoa. Não dá
para determinar o quanto fazer, pois o que é muito para uma pessoa,
pode não ser para outra, por causa das características individuais,
nível de condição física, idade, entre outros
e, principalmente, o estado geral de saúde do indivíduo.
Por isso mesmo, quando se treina em grupo (ciclistas, corredores), cada
um deve ter sua planilha individual de treinamento. O principal sintoma
é a queda do desempenho que pode chegar até a fadiga crônica,
perda de peso, alterações do sono e humor, lesões
e dores musculares, gripes e infecções do trato respiratório.
Se diagnosticado, o tratamento é feito por meio da interrupção
do treinamento, que pode durar semanas, ou até meses, e outros
procedimentos conforme a gravidade e extensão dos danos físicos
ou psicológicos encontrados. Portanto, o melhor a fazer é
prevenir-se tomando os devidos cuidados na escolha do profissional que
deverá orientá-lo, seja qual for o treinamento, pois o importante
não é a quantidade, mas sim como praticar com qualidade,
de acordo com suas reais necessidades e o equilíbrio entre treino,
repouso e alimentação.
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