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Com esta disfunção, o corpo
da mulher não permite que haja penetração,
fechando-se vigorosamente e de forma involuntária.
Não adianta a mulher tentar abrir-se, pois seu
corpo não reage de acordo com seu desejo voluntário.
Cerca de 6% das mulheres brasileiras tem esta dificuldade
em maior ou menor grau.
Muitas vezes este quadro se instala após
um estupro ou tentativa de estupro ou incesto. A situação
de violência provoca uma reação normal
de defesa do corpo da mulher. Afinal para que este corpo
vai deixar, de novo, acontecer uma situação
que já foi horrível?
Um problema muito próximo é
a chamada dispareunia. Algumas vezes trata-se de uma condição
mais leve do vaginismo. A dispareunia a situação
onde existe dor com a penetração. Pode variar
desde um incômodo com o ato sexual com penetração
até dores fortes. Porém, neste caso existe
sempre a penetração, mesmo que haja dor.
A dor pode acontecer logo que se iniciar a penetração,
durante a relação ou próximo do final
do coito. Cerca de 60% das mulheres brasileiras reclamam
de dor coital.
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