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Dez dicas para obter e ter prazer no sexo oral



Por Ana Cláudia Simão

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"Tomar banho junto estimula o sexo oral"

Você pode usar a boca e a língua de várias maneiras na hora da transa, mas o termo sexo oral normalmente se refere a um contato oral-genital.

A estimulação dos genitais masculinos é chamada de felação, enquanto que a estimulação oral nos genitais da mulher é chamado de cunilíngua.

É talvez a forma mais íntima de estar sexualmente com o outro, sugerindo uma aceitação mútua, tanto fisicamente quanto emocionalmente. Pode ser extremamente excitante para os dois, tanto para o que está recebendo quanto para o que está fazendo.

Sexo oral é uma técnica de estimulação sexual que a maioria dos homens gostam e algumas mulheres se sentem desconfortáveis em fazer. Para estas mulheres o sexo oral pode estar ligado à moral, a algo sujo, sem pudor, associando esta estimulação a algum tipo de depreciação em relação a elas.

Existe uma freqüente preocupação tanto dos homens quanto das mulheres sobre a higiene da atividade do sexo oral. Muitas pessoas cresceram com a idéia de que a área genital é suja, mesmo sabendo hoje que os genitais podem ser limpos como qualquer outra parte de seu corpo.

Tomar banho junto estimula o sexo oral

Uma maneira de ajudar os casais a administrar esta preocupação, é um banho, a dois, antes da relação sexual. Lavando os genitais um do outro, não só reforça a certeza da limpeza do genital do parceiro (a) como a ação pode provocar sensualidade e prazer.

Naturalmente se um dos dois tiver alguma infecção genital, ou até alguma doença sexualmente transmissível, não será recomendável se envolver sexualmente até suas condições físicas melhorarem. O sexo oral não deverá ser feito se algum dos parceiros for portador do vírus HIV, ou se tiver boas razões de suspeitar que foi exposto ao vírus em uma relação sexual anterior.

A maioria dos médicos acredita que não existe quase risco nenhum de transmissão do vírus na estimulação oral-genital, porque a saliva contém uma substância que aniquila o vírus. Entretanto, quem tem cortes na boca, infeccões ou sangramento, o que é bem comum, corre o risco de ser infectado se o parceiro ejacular.

Dez dicas para homens e mulheres se satisfazerem no sexo oral

1ª) Beije e lamba o abdome de sua parceira e a parte interior de suas coxas.

2ª) Abrindo as pernas de sua parceira, você pode passar a língua no períneo, que é a àrea entre a vagina e o ânus. Em muitas mulheres o períneo é repleto de terminais nervosos e, portanto, muito sensível ao ser tocado ou lambido, o que pode ser muito excitante.

3ª) O clitóris é provavelmente a parte mais sensível do corpo da mulher. Você pode começar passando a língua bem devagar em volta dele, fazendo movimentos mais suaves ou dependendo de sua parceira, movimentos mais rápidos e movimentos de pressão. A comunicação neste momento é importante, pois os dois podem sentir prazer juntos nesta atividade.

4ª) Alguns casais gostam de tocar e estimular outras áreas do corpo do outro enquanto se estimulam oralmente. O homem, por exemplo, pode acariciar os seios, mamilos ou coxas da parceira.

5ª) A mulher pode acariciar os testículos, o peito do parceiro enquanto estimula seu pênis oralmente.

6ª) Durante a felação, a mulher pode segurar o pênis de seu parceiro e colocar a ponta da cabeça entre os lábios e gentilmente percorrê-lo com a boca.

7ª) Com o pênis de seu parceiro na boca, pressione com os lábios e depois tire-o da boca, repita este movimento alguma vezes.

8ª) Pressione a extremidade do pênis (ponta) com os lábios e beije-a como se fosse puxá-la. Não use os dentes a não ser que seu parceiro peça.

9ª) Pincele levemente com a língua ao longo da cabeça do pênis de seu parceiro e, ao mesmo tempo, faça uma massagem vertical para cima e para baixo.

10ª) O famoso 69, onde os dois se estimulam oralmente ao mesmo tempo.

Toda atividade sexual não deverá ser realizada sob força ou coerção, pois só tende a acarretar medo ou desconforto, gerando no casal insatisfação e sentimentos negativos ao invés de prazer.

Ana Cláudia Simão é sexóloga e psicóloga. Possui Mestrado em Sexologia pela Middlesex University & Whittington Hospital - London.

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