Yoga
Entenda esta filosofia de vida e de saúde

O que a filosofia do yoga pensa sobre as vacinas?

por Nicole Witek



 

"Procure conhecer melhor essa ciência do yoga que insiste para que nos entendamos nosso funcionamento sutil através da captação da energia vital. Entenda que favorecendo nossa respiração, favorecemos a informação celular e intensificamos a força de vida dentro da gente"

Durante milhões de anos a força interna chamada “Deus”, ou ‘Vida”, ou “Natureza” elaborou uma formidável máquina: o corpo humano, sutil e complexo ao mesmo tempo.

Uma complexidade que ultrapassa nossa compreensão, nossa pobre imaginação. Existem milhares de células que colaboram perfeitamente. Pensando bem, nosso pequeno cérebro de um quilo e meio contém tantos neurônios que nem dá para contar. Só podemos supor que existem mais neurônios do que estrelas no universo.

Nosso corpo é simplesmente “genial”. Ele é capaz de tudo! Dotado de um sistema imunológico maravilhoso que gerencia o conjunto dos mecanismos da vida. Esse maravilhoso sistema imunológico conserta, regenera, elimina, para ficar só com o indispensável, o útil para a preservação de nossa vida e o funcionamento harmonioso de cada órgão. Quando sofremos com qualquer doença é ele novamente que responde a chamada: vigiando dia e noite.

Infelizmente, há mais de um século, certos médicos orgulhosos se acharam mais espertos que nosso sistema imunológico e “inventaram” as vacinas, querendo ensinar a esse sistema imunológico o que fazer! É como se nós resolvêssemos, de um dia para outro, ensinar ao nosso sistema digestivo... como digerir! Já pensou! Esses médicos acharam que para ficar com boa saúde bastava ensinar ao nosso “médico interno” o caminho da saúde: incentivar as forças de combate ao inimigo.

Eles também acharam que injetando substâncias artificiais no corpo, iríamos criar imunidade suficiente para proteger-nos das doenças. Era uma falta de compreensão. Já que nossos mecanismos imunológicos são muito mais complexos do que nossa pobre ciência pode imaginar. Quando se injeta uma vacina, a intenção é de estimular a produção de anticorpos. É possível até medir o número de anticorpos no sangue. Porém nas células é muito diferente. É como se você contasse o número de caminhões que transitam na rua. Isso não quer dizer que o mesmo número de caminhões irá parar na sua casa. Aqui temos a diferença entre a imunidade humoral e a imunidade celular:

1 - A imunidade humoral: a resposta à imunologia e feita por meio de um conjunto de células e de proteinas solúveis distribuidas no organismo. Ela e feita por via sanguinea. Entram em ação certas células brancas que são capazes de "fabricar" anticorpos. 0s anticorpos circulam no organismo.

2 - A imunidade celular associa linfocitas e células brancas (macrofagos) capazes de absorver e destruir particulas.

No que diz respeito à vacina contra o tétano, milhares de pessoas pensaram que a vacina salvava vidas. Estudos hoje comprovam que não tem utilidade nenhuma. Pensar que a substância que circula nos fluídos do corpo alimenta as células é como pensar que a célula é estúpida o suficiente para absorver um veneno.

O que melhorou é a alimentação e a higiene, que permitiu uma vida mais saudável. Assim sendo, as pessoas resistem melhor. A qualidade de vida melhorou, o que já explica as melhorias da saúde em geral.

Com essa ilusão de que a célula seria estúpida, construiu-se o edifício vacinal. Pensando bem, essa colossal indústria quer impor a vacina para todas as crianças do mundo. Daqui a alguns anos, cada ser humano receberá mais de 200 vacinas.

Ainda mais, esses loucos começam a vacinar os recém-nascidos. Já pensou, o sistema imunológico desses bebês não está pronto. A imunidade deles ainda vem da mãe. Trata-se aqui de uma violência imposta aos bebês. Essas vacinas vão enfraquecer e perturbar o sistema imunológico desses jovens ao longo da vida. O que finalmente faz o jogo da indústria do remédio, do medicamento. Imagina só: essas crianças se tornarão doentes permanentes que serão regados a antibióticos durante a infância e posteriormente a todos os tipos de medicamentos.

Como se não bastasse “medicar” a mulher desde a adolescência com a vacina contra o papiloma vírus* prescrevendo uma pílula anticoncepcional desde a juventude, impondo um remédio pré-menopausa, “medicando” a menopausa... pensando bem... a mulher perdeu a liberdade. A mulher se tornou escrava dos remédios, do nascimento ao caixão.

Daqui a pouco, serão todos os cidadãos do mundo suposto desenvolvido que estarão sob medicação.

Nossa era brilha por sua tecnologia, porém brilha também pela sua estupidez. Nossas máquinas e nossa tecnologia são maravilhosas. Nossos corpos são admiráveis, milhares de reações hormonais, neurotransmissores, fluxos nervosos que interagem no instante para nos permitir ver, ouvir, movimentar-se, pensar, e se consertar sem parada nenhuma.

Descobrimos muito pouco a respeito da complexidade de nosso corpo. Com um grande orgulho, os médicos acharam que as moléculas fabricadas pelos laboratórios iriam curar todas as doenças. Infelizmente todos os dias, podemos ver e sofrer das consequências desse raciocínio irresponsável: rios, solos, alimentos e organismos humanos são poluídos por produtos químicos que perturbam os mecanismos naturais. Antibióticos, cortisona, anticoncepcionais e outros remédios químicos são onipresentes.

A conclusão é que o ser humano não é concebido para as moléculas químicas. Essas moléculas o envenenam e o conduz à doença. A medicina moderna, obcecada pela luta contra as doenças, esqueceu o médico interno de cada um, esqueceu da sabedoria interna de cada um que procura permanentemente a volta ao equilíbrio e harmonia.

Sabemos hoje que a comunicação entre cada parte do corpo se faz por sinal eletromagnético, que a informação que circula é o que faz a vida dentro da gente não ser “material”. Por que será que estamos insistindo em injetar, prescrever químicas diversas que envenenam o corpo?

Procure conhecer melhor essa ciência do yoga que insiste para que nos entendamos nosso funcionamento sutil através da captação da **energia vital. Entenda que favorecendo nossa respiração, favorecemos a informação celular e intensificamos a força de vida dentro da gente. O yoga procurou entender como se concilia as forças que sustentam o universo e as mesmas que sustentam nossa vida.

O que se chama “doenças de civilização” não é nada mais que um envenenamento lento do ser humano. Uma poluição física, emocional, mental e psíquica.

Estude e pratique yoga, você assim terá soluções para deixar a vida fluir harmoniosamente. Enquanto a vacina quer proteger o ser humano contra um inimigo, o yoga deseja a integração do ser humano com ele mesmo e com seu meio ambiente, da melhor forma possível.

* papiloma vírus: a infecção genital por HPV é uma doença sexualmente transmissível que pode dar origem a câncer do útero.

** esse conceito de energia vital é comum a várias civilizações, principalmente do Oriente. “As artes marciais, a acupuntura, o shiatsu, o yoga, falam de qi”, ou “ ki” ou “prana”.

Dicas de leitura

Vaccins, un génocide planétaire – Dr Christian Tal Schaller
Vaccination, social violence and criminality – Harris Coulter
Vaccination, l overdose – Sylvie Simon

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Nicole Witek
é Yoga consultant, formada em yoga dinâmica, asthanga, yoga pré e pós natal, etc
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